segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Em protesto xinfrin, presidente do CRM renuncia 1 dia antes de terminar o mandato para não registrar médicos estrangeiros!

NÃO ESQUEÇAM ESSA CARA, PRESIDENTE CRM MINEIRO QUE NÃO DEIXOU A POPULAÇÃO MINEIRA TER ACESSO AO PROGRAMA MAIS MÉDICOS
Mais um médico babaca, presidente do CRM mineiro, João Batista Soares renuncia apenas a um dia de acabar seu mandato. Grande palhaço, protestinho xinfirin esse hein... queria ver se fosse no primeiro dia da posse, aí sim, o protesto teria algum objetivo. Quer dizer, isso não é protesto, é obstrução da justiça e esse imbecil deveria ser responsabilizado pelo não cumprimento do registro dos diplomas dos médicos estrangeiros!!!! 
O presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), João Batista Soares, renunciou ao cargo nesta segunda-feira (30). A renúncia é um protesto contra a decisão da Justiça Federal que obriga a entidade emitir registro a profissionais formados no exterior que atuam, no estado, pelo Programa Mais Médicos. Soares, junto a parte da diretoria, deixa o cargo um dia antes do fim do término do mandato.
Na última sexta-feira (27), a Justiça Federal determinou que o conselho fizesse a emissão imediata de todos os registros provisórios dos profissionais inscritos que já haviam apresentado a documentação exigida pelo governo federal e que estivessem além do prazo de 15 dias de espera. A decisão estabelece multa de R$ 10 mil por dia de descumprimento.

Farmácias, aumentai os estoques de Rivotril!!! Reaças piram com chegada de mais 2 mil médicos cubanos



Farmácias, aumentai os estoques de Rivotril! Os reaças piram com a chegada de mais 2 mil cubanos para a segunda etapa dos Mais Médicos!

Brasília – De hoje (30) até o final desta semana chegam ao Brasil mais 2 mil médicos cubanos para a segunda etapa do Programa Mais Médicos. Hoje, os primeiros 135 profissionais de Cuba desembarcam em Vitória. Na próxima segunda-feira (7), os 2 mil cubanos iniciam o módulo de avaliação que tem duração de três semanas com aulas sobre língua portuguesa e o sistema brasileiro de saúde pública. As informações são do Ministério da Saúde.
Além dos 2 mil cubanos, os 149 médicos com diploma do exterior que foram selecionados para a segunda fase do Mais Médicos iniciam o módulo de avaliação no dia 7. As aulas ocorrerão no Distrito Federal, em Fortaleza, Vitória e Belo Horizonte.
Na primeira fase do Programa Mais Médicos, 400 profissionais cubanos chegaram ao Brasil e passaram por curso de formação e avaliação. A previsão do Ministério da Saúde é trazer ao país, até o final do ano, 4 mil médicos cubanos. Esses profissionais vêm ao Brasil por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Assim como os médicos com diploma do exterior que se inscreveram individualmente, os cubanos que vêm pelo acordo com a Opas não precisam passar pelo Revalida (Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior) e, por isso, terão registro provisório por três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados.
Edição: Talita Cavalcante
Por: Miguel do Rosário


Por Yara Aquino, repórter da Agência Brasil


terça-feira, 24 de setembro de 2013

A socióloga estadunidense Julie Feinsilver diz que tratamento que os profissionais brasieleiros deram aos cubanos foi desumano


"O tratamento que os profissionais brasileiros deram aos médicos cubanos foi antiprofissional e desumano." Julie Feinsilver






Estudiosa da diplomacia médica cubana, a socióloga estadunidense Julie Feinsilver, formada pela Universidade de Yale, é uma exceção em seu país. Admiradora da medicina praticada no país governado pelos irmãos Raúl e Fidel Castro, ela lançou em 1993 o livro "Healing the Masses" ("curando as massas", em tradução livre), no qual abordava o modelo implantado na ilha.

"Acho condenável os médicos brasileiros assediarem os cubanos, que foram para o seu país ajudar os mais pobres entre os pobres", disse Feinsilver em entrevista, por e-mail, ao 
UOL. "Houve protestos por parte de algumas sociedades médicas por causa de um medo infundado: a concorrência." Hoje, tanto o livro como artigos da socióloga se transformaram em referências para quem quer se aprofundar em medicina cubana. Feinsilver, que vive em Washington, já contou em entrevistas que teria sido vigiada pela CIA e FBI, com direito a telefone grampeado.
UOL - No Brasil, o salário de um médico cubano que participa do programa Mais Médicos será de R$ 10.000, ou cerca de US$ 4.000. No entanto, 85% desse valor vai para o governo cubano. Cuba sempre faz esse tipo de acordo?

Julie Feinsilver - Sim, o governo oferece educação gratuita e muito mais para os médicos, e atua como um headhunter encontrando os postos de trabalho e gerenciando a contratação. Em um país capitalista, os profissionais pagariam impostos por todos os serviços e necessidades sociais básicas fornecidas, além de uma taxa para o headhunter. Não é razoável que o governo cubano negocie um acordo que seja bom para ele e para os médicos?

Em relação à porcentagem real de dinheiro no contrato com os médicos cubanos, não sei se 85% é a parte do governo. Falo baseada no caso típico em que o governo recebe a parte do leão. Um amigo me informou que o Brasil tem uma lei de transparência que torna pública a informação dos salários (Lei Complementar 131, também conhecida como Lei da Transparência, sancionada em 2009 e que obriga a União, os Estados e municípios com menos de 50 mil habitantes a divulgarem seus gastos na web), o que eu acho uma excelente ideia. Infelizmente, isso não é comum na maioria dos lugares e, em alguns casos, pela própria lei, essa informação fica "escondida", ou seja, não é fácil de ser encontrada.

UOL - Sabe qual é o salário médio que os médicos recebem em Cuba e em outros países?

Feinsilver - Não há uma média. Salários dependem do acordo feito entre governo e o país interessado. No entanto, os salários em Cuba são muito baixos porque toda a educação e cuidados de saúde são gratuitos e o restante é altamente subsidiado. Isso não quer dizer que tudo seja maravilhoso em Cuba. Não é, mas os custos beiram o insignificante para necessidades muito básicas. Você não pode comparar preços, salários e custos em Cuba aos de qualquer outro lugar. Toda economia de lá é diferente da dos países capitalistas.
  • Divulgação
    "Healing the Masses", livro no qual a socióloga explica o modelo de medicina cubano; a obra é inédita no Brasil
UOL - Como o governo cubano repassa o dinheiro para os médicos? É possível monitorar se eles estão repassando os valores corretamente?

Feinsilver - Seus salários são pagos para suas famílias em Cuba com bônus por estarem no exterior, e o adicional é pago a eles no país onde estão, mas eu tenho sérias dúvidas de que isso possa ser monitorado. O governo brasileiro ou empresas brasileiras permitem que estranhos monitorem como pagam seu próprio pessoal? Eu duvido. Então, por que esperar que os cubanos façam isso?
UOL - Aqui no Brasil, os médicos cubanos vão trabalhar nas regiões mais pobres e remotas, onde os profissionais brasileiros não querem ir por falta de estrutura no local. Essa diferença foi vista no Brasil, por opositores ao programa federal Mais Médicos, como uma forma de exploração de médicos cubanos. Você concorda com essa afirmação?

Feinsilver – Não. Cubanos têm uma ideologia muito diferente da dos brasileiros. Eles se voluntariam para ir a áreas remotas e carentes em outros países e consideram um dever servir no exterior e ajudar os necessitados. Ganham muito mais dinheiro e obtêm vantagens fazendo isso, apesar de parecer um ganho muito baixo para os brasileiros. Claro que também estão altamente motivados pelo dinheiro extra e benefícios que receberão prestando serviço internacional.

Queria salientar que sua formação ideológica, desde a infância, é muito diferente da de pessoas de países capitalistas. No entanto, isso não significa que eles não estão interessados em ganhar muito mais dinheiro, principalmente porque nas recentes reformas econômicas (os cubanos gostam de chamar de "atualização de sua economia"), os médicos ficaram em desvantagem se comparados às pessoas que trabalham no turismo, área na qual gorjetas e ganhos em moedas fortes são comuns.

Missões no exterior ajudam a nivelar as condições de igualdade para eles, mas com grande sacrifício pessoal, pois deixam o seu país e os seus entes queridos para viver em condições ainda mais modestas e, por vezes, muito pior em outros países onde servem os pobres. Motivação ideológica dos médicos (saúde é um direito humano básico para todos) fornece uma justificativa importante para esse sacrifício, assim como o dinheiro que ganham.
  • Divulgação
    "Cubanos têm uma ideologia muito diferente da dos brasileiros", diz a socióloga
UOL - As principais entidades médicas brasileiras são contra a vinda de médicos estrangeiros, especialmente os cubanos, por serem a maioria, pois não vão fazer a mesma avaliação exigida aos que estudam fora para exercer a medicina no Brasil. Concorda com esse argumento?

Feinsilver – Não, médicos cubanos vão trabalhar em áreas carentes, onde a população tem necessidades básicas de saúde e pode ser mais do que adequadamente tratada por eles. A formação e o treinamento dos cubanos são diferentes das dos brasileiros (e de profissionais de outros países) porque junto com a medicina curativa, estudam e enfatizam a atenção primária, a prevenção de doenças e epidemias e a promoção da saúde. Eles avaliam o paciente como um ser vivo bio-psico-social e trabalham em um ambiente específico que também deve ser avaliado para melhorar a saúde da população.

UOL - Médicos cubanos foram perseguidos em outros países?

Feinsilver – Não! Eu acho condenável os médicos brasileiros assediarem os cubanos, que foram para o seu país ajudar os mais pobres entre os pobres. Eles [brasileiros] podem protestar para o seu governo, mas o tratamento que deram aos médicos cubanos foi antiprofissional e desumano. Houve protestos por parte de algumas sociedades médicas por causa de um medo infundado: a concorrência. Porém, os médicos locais se recusam a trabalhar onde os cubanos estão dispostos a ir: as áreas remotas e os bairros pobres.

UOL – O que motivou a senhora a estudar a medicina cubana?

Feinsilver – Vi as desigualdades dentro e entre os países enquanto pegava carona ao redor da América do Sul e Europa, muitos anos atrás. Isso me levou a estudar o que, na época, era um experimento social fascinante. E a saúde universal grátis era uma parte importante dessa experiência. O fato de um país pobre e em desenvolvimento decidir ajudar outros países prestando serviços de saúde gratuitos aos pacientes foi muito impressionante e esse é o tipo de ajuda externa que muitas nações mais desenvolvidas poderiam proporcionar.
UOL - O que atrai sua atenção na medicina cubana?
Feinsilver - A vontade e a capacidade de compartilhar seus conhecimentos e habilidades, da atenção primária à evolução do desenvolvimento da biotecnologia (devacinas e tratamentos) e transplantes de órgãos sofisticados, entre outros, a populações carentes de outros países. Além de fornecer gratuitamente educação médica para dezenas de milhares de estudantes pobres do mundo em desenvolvimento desde 1961, apesar de ter perdido metade de seus próprios médicos à emigração logo após a revolução (1959).

UOL - Como foi sua experiência como consultora na Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz)? (A socióloga morou um período no Brasil em 1996.)

Feinsilver – Foi maravilhosa, porém, eu só fiz uma breve consultoria, muitos anos atrás. Os executivos e cientistas que conheci eram altamente qualificados, muito bem educados, trabalhadores, pessoas dedicadas, além de serem interessantes e agradáveis para se trabalhar em grupo. Eu ficaria feliz em fazer outra consultoria se surgisse uma oportunidade.

UOL – Lembra-se do que viu aqui e de como era a saúde quando nos visitou?

Feinsilver - Lembro-me muito do Brasil, pois quando fui consultora da Fiocruz não foi a única vez que eu estive aí. Na verdade, eu peguei carona por todo o país, inclusive para Manaus, muitos anos antes e até assisti a algumas conferências. Também já passei férias aí.

No que diz respeito à saúde, lembro-me de muitas áreas com necessidades de melhoria  e de médicos de classe mundial no Rio de Janeiro e em São Paulo. Eu não posso falar sobre todas as cidades, mas tenho certeza de que muitas tenham igualmente bons médicos... se você puder pagar por eles.

Fonte: Portal Notícias Uol

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

CRM TOMA MAIS UMA: O DA VEZ AGORA É DO RS!!! ESTÃO PERDENDO TODAS!!!


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou mais um pedido de liminar feito pelo Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) para não realizar o registro provisório dos profissionais estrangeiros cadastrados no Programa Mais 
Médicos. A decisão é de terça-feira (10), mas só foi divulgada nesta quinta (12). 
Após ter o pedido negado pela Justiça Federal de Porto Alegre no final de agosto, a entidade de classe recorreu ao TRF4 com uma ação civil pública contra a atuação dos médicos inscritos no programa instituído pelo governo federal sem o diploma revalidado e sem proficiência em Língua Portuguesa.
O Cremers alegou que o descumprimento dessas condições coloca em risco a saúde da população. Para a entidade, o atendimento médico envolve uma compreensão adequada e suficiente por parte do médico sobre os sintomas que os pacientes ou familiares descrevem, sob pena de um diagnóstico equivocado.
O desembargador federal Luís Alberto d´Azevedo Aurvalle, relator do caso no tribunal, entendeu que o programa não viola qualquer dispositivo legal.
“Entendo ser de maior gravidade o perigo inverso, visto que mais nocivo ao interesse público vem a ser a falta de assistência médica da população do que a assistência prestada por médicos estrangeiros intercambistas”, afirmou o desembargador.
Ainda de acordo com a decisão, a União afastou a necessidade da revalidação do diploma de quem estudou em faculdade de medicina estrangeira apenas para a situação específica da atuação no âmbito do Programa Mais Médicos. O magistrado também citou uma decisão no mesmo sentido proferida pelo Supremo em ação impetrada pela Associação Médica Brasileira contra o mesmo programa do governo federal.
NOTA DA BLOGUEIRA:
Só as entidades médicas não entenderam o que significa a vinda desses médicos estrangeiros para a população excluída de seus direitos mais básicos.
Não sei do que são feitos esses médicos, são frios, alheios à falta de assistência dessas pessoas. 
Será que além da ganância desmedida, eles tem algum transtorno que justifique tamanha insensibilidade em relação situação desumana a que eles querem submeter seres mais humanos que eles.
Esses médicos, como todos estão carecas de saber, recebem em seus consultórios particulares os representantes de grandes laboratórios, receitam determinados remédios que não estão na lista do SUS, mas, que tem seus similares ou genéricos nas farmácias populares ou nas farmácias credenciadas ao Aqui tem Farmácia Popular, somente para receber as benesses dessa outra corporação que não é a deles, mas, é a máfia dos laboratórios.
A máfia dos laboratórios patrocinam os eventos de outra máfia, a de entidades médicas e também dos mafiosos de jaleco que vão para os congressos internacionais patrocinados gentilmente pela primeira máfia citada.
De quantas máfias é feita a medicina no Brasil. O médico brasileiro com CRM legalizadinho, que só trabalha no SUS é considerado um médico de segunda classe, que não tem gabarito para ter seus bem montados consultórios, clínicas e planos de saúde.
Não vejo os médicos gritarem contra por exemplo a cooperativa médica UNIMED sobre os salários milionários da Diretoria, nem dos cursos e seminários por ela ministrados, já que reclamam que a cooperativa paga uma ninharia pelo convênio.
Resumindo, eles não vão para a atenção em saúde básica e não querem que ninguém mais vá. Isso, além de egoísta, é doentio da parte dele. Eles nem precisavam ser de esquerda, somente poderiam ser mais humanos.
A cada dia que passa, o asco me vem quando penso nessa máfia que tenta ainda dominar a medicina no país. Eles só não contava com uma coisa: com um médico humanista, de esquerda e que não tem medo de peitar essa coisa que já está fora de controle faz tempo.
O ódio deles ao Ministro Padilha é que agora, haverá prevenção, onde há isso, há pessoas saudáveis, e com pessoas saudáveis para que servem os grandes especialistas? Para uma ocasião ou outra. E o que falar dos hospitais? Vão desafogar, pois menos pessoas precisarão de emergência. E os laboratórios? Se mais pessoas são saudáveis, menos remédios consumirão.
O ódio deles é que todas as máfias não tem mais o controle da saúde do país, o governo tomou para si a responsabilidade de levar assistência médica aos lugares mais remotos ou considerados perigosos pelos revoltadinhos sem causa.
Com Alexandre Padilha, eles podem ficar tentando manter o corporativismo com todas as suas forças, mas, não conseguirão conter a onda de apoio ao programa #MaisMédicos, pois, todos, população, justiça, ministério público, enfim, o Brasil inteiro está com o ministro e a presidenta, entendendo que esse é o melhor caminho para uma saúde decente para o país.
Me desculpem o termo, mas, o Ministro Padilha é macho pra cacete. Enfrentar essas máfias não é para qualquer um!!!
Só um conselho ministro: cuidado com eles, quando for beber água, carregue sua garrafinha, pois esses pulhas são capazes de tudo!
#ProntoFalei

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

MS RETIROU DO PROGRAMA O MÉDICO FOLGADO QUE TRABALHOU 2 DIAS E ESTÁ SOFRENDO FÉRIAS


O Ministério da Saúde retirou do programa Mais Médicos o profissional Patrick Henrique Cardoso, que três dias após assumir o cargo no posto de saúde do Novo Gama, em Goiás, pediu para tirar férias. Patrick Cardoso assumiu o cargo no dia 2 de setembro, trabalhou por três dias, e no dia 6 comunicou que tinha uma viagem a fazer e não iria trabalhar.
E o sujeito ainda teve a pachorra de publicar na internet que "enfim, férias", e atualizou o local, que não é bem em Nova gama e sim em Chicago, Illinois, EUA.
O irresponsável não tem limites, deixou apenas uma médica atendendo no posto. Quer dizer ele estava achando que iria ficar tudo por isso mesmo.
Como se tudo isso não bastasse fica publicando em sua página no face contra o programa Mais Médicos.
A irresponsabilidade desse sujeito não tem limites.
Depois as entidades médicas querem que a população esteja do lado dela contra a vinda dos médicos estrangeiros. É por essas e outras que 73% da população aprova a contratação de médicos estrangeiros.
Fez muito bem o Ministério da Saúde em retirá-lo do Programa. Assim, os aventureiros ficam bem longe das USB que esperam ansiosamente atendimento. 


OLHEM OS CHECK-INs DO FOLGADO

FLORIANÓPOLIS SUSPENDEU POR ORA DECRETO QUE PROIBIA MÉDICOS ESTRANGEIROS NO MUNICÍPIO




Suspensa temporariamente pelo governo federal do programa Mais Médicos, Florianópolis anunciou nesta terça-feira (10) que cancelou, por ora, os efeitos do decreto municipal que proibia a contratação de médicos estrangeiros na cidade sem revalidação do diploma.
Por causa dessa lei, instituída em agosto, o município foi suspenso do Mais Médicos pelo Ministério da Saúde, que entendeu que as regras do programa haviam sido descumpridas.
Blumenau em Santa Catarina também fez um decreto proibindo médicos estrangeiros e diz que não sabe se vai suspender. 

Caso mantenham os decretos, feitos após sugestão de entidades médicas, as cidades serão excluídas definitivamente do Mais Médicos.

Xenofobia é crime, denuncie! Disque 100


terça-feira, 10 de setembro de 2013

PESQUISA MOSTRA QUE 73% DOS BRASILEIROS APOIAM A VINDA DE MÉDICOS ESTRANGEIROS


Pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (10) mostra que 73,9% dos entrevistados apoiam a vinda de médicos estrangeiros para atuar no país. A medida faz parte do programa Mais Médicos  lançado pelo governo federal em julho e que pretende atrair médicos para atuar nas periferias e no interior do Brasil.

A pesquisa, divulgada nesta terça, ouviu 2.002 pessoas entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. As entrevistas foram realizadas em 135 municípios de 21 unidades da federação nas cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.