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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

MAIS MÉDICOS: HISTÓRIAS DE UM ANO DE ÊXITO

Mais Médicos: histórias de um ano de êxitoAlexandre Padilha, então ministro da Saúde, participa da aula inaugural do módulo de acolhimento e avaliação dos médicos cubanos, do Programa Mais Médicos (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil) 



Por Pedro Alexandre Sanches, repórter especial.
O programa federal Mais Médicos comemora seu primeiro aniversário com números exuberantes: já são 14,4 mil profissionais atuando em 3,7 mil municípios e beneficiando um universo de 50 milhões de brasileiros. Implementado em 8 de julho de 2013 pelo governo Dilma Rousseff, sob a condução do paulista Alexandre Padilha, então ministro da Saúde, o programa tem trazido transformações profundas inclusive ao estado mais rico do país.
Em um ano, os municípios de São Paulo foram os que mais solicitaram e mais recebram médicos: são 2.187 profissionais atuando em 345 municípios e atendendo uma população de 7,5 milhões de paulistas. Um dos efeitos da aproximação entre cidadãos e médicos foi uma redução de 70% na necessidade de encaminhamento para hospitais no estado.
Ao deixar o cargo de ministro, em 30 de janeiro deste ano, para se candidatar a governador de São Paulo pelo PT, Padilha passou a percorrer o estado natal e a testemunhar ao vivo em seu estado a revolução que ajudou a mover e que nem sempre tem sido documentada pela mídia tradicional. Entre os mais de cem municípios visitados desde então, são raros os que não têm histórias relacionadas ao Mais Médicos para contar.
O Ministério da Saúde nos perguntou de quantos médicos nós precisávamos. O departamento de saúde solicitou cinco médicos, e fomos contemplados com cinco médicos, Pedro Ferreira Dias Filho (prefeito de Cananéia). 
Caso exemplar aconteceu em Cananeia, no litoral sul do estado. Padilha andava pelo centro da cidade quando foi abordado por um vereador e pastor evangélico que por anos havia sido motorista de ambulância do município e felicitava o ex-ministro pelo programa implementado.  “Antes do Mais Médicos, ele tinha que dirigir 70 quilômetros até uma comunidade rural para buscar uma pessoa que precisava de atendimento”, lembra o ex-ministro. Hoje, há médicos trabalhando diretamente na região rural e em comunidades periféricas da cidade.
O prefeito de Cananeia, Pedro Ferreira Dias Filho (PV), também citou o caso em testemunho sobre os Mais Médicos, durante a visita de Padilha: “O Ministério da Saúde nos perguntou de quantos médicos nós precisávamos. O departamento de saúde solicitou cinco médicos, e fomos contemplados com cinco médicos. Um deles trabalha num distrito 70 quilômetros distante do nosso município, onde a gente nunca teve um médico antes. Aquela comunidade está muito feliz”.
Na também litorânea Itanhaém, um dos três médicos cubanos em atividade no município provocou reação empolgada de uma senhora que o reconheceu junto a Padilha. “O Misael!”, ela exclamou, feliz. A relação de afeto entre cidadãos paulistas e médicos cubanos, sul-americanos, espanhóis, portugueses etc. é constante, por onde quer que passemos.
Os métodos adotados pelos profissionais cubanos para estar em maior contato com a população provocaram surpresa e aprovação no prefeito André Bozola (PTB), de Socorro, na divisa com Minas Gerais: “Nós tivemos a felicidade de ser contemplados com cinco médicos, todos cubanos. Acomodamos, proporcionamos moradia e transporte com motorista para eles. Quando foi o primeiro dia de trabalho do doutor Mario, ele dispensou o motorista e preferiu se locomover de bicicleta. Foi um exemplo, até para nossos médicos, para a cidade, para a administração, essa atitude do doutor Mario”.
O prefeito Celso Itaroti (PTB), de Vargem Grande do Sul, no nordeste paulista, falou dos problemas da saúde no município e de transformações trazidas pelo programa de Dilma e Padilha: “Quando cheguei à prefeitura, os postos de saúde tinham o chamado pacotinho de 15. O médico só saía para atender quando chegassem 15 pacientes. Demiti três, não vamos ficar pagando médico para ficar dormindo enquanto tem paciente sofrendo na sala de espera. Os médicos do Mais Médicos são diferentes, examinam, põem a mão”.
Num encontro no Vale do Ribeira, no sul do estado, a prefeita Rejane Silva (PP) anunciou a presença do médico cubano Francisco Piña Rios. “É o melhor médico da cidade!”, alguém gritou no auditório. Francisco foi compor a mesa, vestido de jaleco branco e empunhando duas bandeirinhas unidas pela haste, uma do Brasil e outra de Cuba.
“Estou muito feliz de trabalhar aqui, de continuar a batalha de levar saúde à população, melhorar indicadores de mortalidade infantil, de mortalidade materna”, disse o médico Francisco em entrevista. “Os moradores gostam muito de ser tratados com carinho, com amor. Nosso objetivo é tratar bem as pessoas, esse é um medicamento que pode curar.”
A prefeita Juliana Nagano (PR), de Pirajuí, no centro-oeste paulista, falou de Reinaldo, Oscar, Rolando e Ramon, os quatro cubanos que atuam na cidade. “No primeiro momento em que chegaram ao centro de saúde, falaram: ‘Eu não preciso desta mesa’. Falaram que podia ter a mesa ali, mas a cadeira tinha que ser ao lado da cadeira deles, porque queriam tocar no paciente, examinar. O senhor me desculpe, doutor Padilha, o senhor também é médico, mas tem médico no Brasil que não olha nem na cara do paciente. Temos aqui um paciente de 306 quilos, os cubanos foram atender ele em casa, e foram os quatro juntos.”
A comparação com os métodos vigentes na medicina brasileira se fez presente no depoimento de Ronei Costa  Martins (PT), presidente da Câmara de Vereadores de Limeira, no centro-leste do estado:  “Um médico daqui subiu na tribuna da Câmara para criticar o Mais Médicos. Ele disse: ‘Como vou para a Amazônia se lá não tem academia para fazer exercício, não tem escola de inglês para os meus filhos?’. Aqui em Limeira nós fazemos concurso público e não aparece nenhum médico. Eles se formam em universidade pública, financiada por nós, e depois não querem nem aparecer aqui”.
No Quilombo da Caçandoca, em Ubatuba, encontramos a médica cubana Rosa Rosado (foto a esquerda), que atende à comunidade de remanescentes quilombolas. Ela relatou a alegria de estar ali e afirmou que vê mais semelhanças que diferenças entre a cidade litorânea e Cuba, inclusive quanto às altas temperaturas. Cerca de 75% dos profissionais contratados pelo programa atuam em regiões de vulnerabilidade social, como quilombos, comunidades indígenas, periferias de grandes cidades, sertão nordestino etc.
Em cada cidade onde dialogou com agentes envolvidos na revolução pacífica do Mais Médicos, Padilha sublinhou o forte cunho social que o governo imprimiu ao programa. “É muito fácil, para quem tem acesso a um médico num estalar de dedos, ficar criticando e fazendo ação contra o Mais Médicos. Só vocês sabem a importância de um programa como o Mais Médicos”, afirmou, em conversa com militantes petistas do Vale do Ribeira. “É uma solução inovadora. Somos da turma dos Mais Médicos, não da turma do mais do mesmo”, completou.
Falando com assentados e pequenos agricultores familiares em Teodoro Sampaio, no Pontal do Paranapanema, no sul do estado, Padilha privilegiou componentes sociais e raciais da saúde pública brasileira: “Para fazer um programa como esse tivemos que ter muita coragem, para enfrentar resistências, preconceitos e tabus.Tivemos que fazer o que ninguém tinha feito no nosso país, mudar as regras no Congresso”.
Trazer médicos estrangeiros a localidades onde médicos brasileiros não aceitavam ir não foi o único nem o maior enfrentamento de sua gestão, disse. “O maior enfrentamento é que a lei do Mais Médicos autoriza a abertura de mais faculdades de medicina no nosso país. Dos cem alunos da minha turma de medicina na Unicamp, só dois eram negros. Menos de 20 tinham feito escola pública, a maior parte vinha de escola particular.”
Discursando para uma plateia jovem multirracial no 17º Congresso da União da Juventude Socialista (foto à direita), em Jundiaí, Padilha retomou o tema da abertura de vagas de medicina no país:  “Me deixava agoniado ver pessoas se formando na escola pública, como eu me formei, aprendendo nos hospitais da escola pública com as pessoas que procuram o SUS, fazendo cirurgias e partos em pessoas pobres, e depois de formadas só querer atender os ricos”.
No dialogando com potenciais futuros profissionais da área, Padilha indicou diretrizes sobre os próximos passos e anos do Mais Médicos: “A maior briga foi para abrir mais faculdades de medicina no Brasil. Vamos abrir faculdades federais de medicina em Guarulhos, São Bernardo do Campo, Araçatuba, São José dos Campos, nas zonas sul e leste da capital. Acredito que nós só vamos ter médicos nas periferias das nossas cidades quando o jovem da periferia puder fazer o curso de medicina, ser doutor,  voltar e atender à nossa população de periferia”. 

(Fotos: Emiliano Capozoli)
Fonte:  http://www.padilha13.pt/noticia/mais-medicos

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

VAI SER DEMAGOGO ASSIM LÁ NA CASA DO CAIADO!!!!

Ronaldo Caiado faz estardalhaço sobre a cubana Ramona Rodrigues que abandou o emprego para se “asilar” dentro da liderança da bancada dos Democratas.

Nem vou entrar no mérito de que a médica tem um visto de trabalho e com o abandono de emprego, o visto está vencido e ele está cometendo ilícito penal ao acobertar uma pessoa que vive ilegalmente no país.

Quer dizer, ela é mais uma profissional ambiciosa, atraída pelo programa patrocinado pelos EUA que tenta, mas, não consegue desestabilizar a atuação dos médicos humanistas cubanos em muitas outras nações.

E a Globo, como sempre, não conta o outro lado da história.

Essa festa coxinha de Caiado e Ramona tem semelhanças com esses filmecos roliudianos que fazem propaganda anti-cubana... rídiculo!!!!

Com histórico escravocrata de Caiado, que adora os holofotes da mídia, em setembro do ano passado, criou o Movimento Mais Médicos Livres”, com intenção oferecer suporte jurídico-político  em Brasília e nos Estados, aos médicos cubanos que chegassem ao Brasil, então, isso mostra que ele já estava planejando há tempos e procurando um só médico insatisfeito dentre os 6.658 médicos cubanos que estão no programa mais médicos.

Muitos países têm contratos semelhantes com os médicos cubanos e eu nunca o vi defendendo-os ou denunciando essa prática fora em outros países. Se ele é médico defensor de médicos, onde estava para fazer a tal denúncia em outros países.

É patética a demagogia barata de Caiado, que não impressiona qualquer brasileiro que tenha um mínimo de senso humanista, pois demo fundador da UDR – União Democrática Ruralista, entidade que reúne os principais escravocratas do Brasil, que há anos são acusados de formação de milícias e assassinatos de centenas de camponeses.

Todo mundo se lembra que ele votou contra a PEC CONTRA O TRABALHO ESCRAVO NO BRASIL.

Como bem disse em artigo no ano passando, Fernando Brito do Blog Tijolaço: “é curioso o pensamento (?) do senhor Caiado. Quando se tratou de votar a PEC do Trabalho Escravo, que previa a expropriação de proprideades onde pessoas fossem mantida em escravidão, ele foi contra... Será que os cubanos vão ficar em pior situação que os 26 trabalhadores resgatada na fazenda de seu primo Enivaldo Caiado, atirados em barracas de lona no chão e aos quais era servida comida imunda e suja?

É notório o cunho eleitoreiro (já que ganhará cada vez mais a simpatia dos médicos coxinhas) e demagogo de sua atitude. Ele que estava no ostracismo político por conta do Programa Mais Médicos, viu nessa epopeia de quinta categoria a oportunidade de voltar aos holofotes da mídia sedenta de um escândalo contra o Governo da Dilma.

Ele também quer desacreditar Alexandre Padilha, para ter algum ganho no ninho DEMOTUCANO de São Paulo. Só não ver quem não quer enxergar o que está bem na frente do seu nariz!!!!

Gostaria de saber como é que se deu o encontro preliminar entre ele e a tal médica, uma vez que a coisa tá certinha demais para ser uma denúncia sem planejamento estratégico anterior.

O mais sinistro disso tudo é que Tunico Doido (assim registrado no TSE) é do PSB e a ação de Caiado e Eduardo Campos contra o Governo Federal se deu quase que simultaneamente.

Podem saber caros leitores, que aí tem dente, pé, orelha e rabo de coelho.
Só cai na conversa fiada do ruralista escravocrata agora na versão humanista quem não conhece o passado do sujeito ou concorda com suas práticas desde antes de entrar para o cenário político.


Vai ser demagogo assim lá na casa do Caiado!!!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

MEXEU COM PADILHA, MEXEU COM 75% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA QUE O APROVA


Leiam a nota da blogueira ao final dessa nota à imprensa do MS!!!
O Ministério da Saúde informa que desde 1999 a Organização Não Governamental (ONG) Koinonia desenvolve projetos determinados pela pasta em editais públicos. Desde 2011, a ONG participou de pelo menos quatro seleções de projetos do Ministério, sendo desclassificada em dois deles.

Em 2011, a entidade assinou Termo de Cooperação dentro de edital para eventos, para a promoção do Seminário  “Fortalecendo laços: Seminário Regional Inter-Religioso de incentivo ao diagnóstico precoce ao HIV”, no valor de R$ 60 mil, realizado nos dias 29 e 30 de outubro de 2011.

Em 2012, a Koinonia submeteu proposta para a realização de projeto “Reafirmando os direitos das pessoas que vivem com HIV Aids nas comunidades religiosas”  no valor de R$ 60 mil. No ano seguinte, 2013,  a ONG encaminhou novo projeto para a promoção do “II Seminário Regional Inter-Religioso de incentivo ao diagnóstico precoce ao HIV”, com custo previsto em R$ 70 mil. No entanto, a Organização não venceu nenhuma dessas duas seleções.

Ainda em 2013, a ONG submeteu projeto atendendo a publicação de edital no Diário Oficial da União. A proposta deu origem ao convênio 796812/2013, firmado em dezembro do ano passado, no valor de até R$ 199,8 mil. A aprovação dos projetos acima mencionados só foi possível após a comprovação de capacidade técnica da entidade em atender exigências e requisitos estabelecidos nos editais e nos processos de seleção.


Segundo informações prestadas pela Koinonia, a entidade é uma instituição sem fins lucrativos e conta com 20 anos de experiência nas áreas de saúde, combate ao racismo, direitos civis e humanos e liberdades religiosas. Tem entre seus fundadores o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, o escritor Rubem Alves e o educador Carlos Brandão.


Ainda de acordo com documentação da entidade, durante esses 20 anos, a Koinonia firmou convênios, parcerias e contratos de cooperação com organismos internacionais - Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), União Europeia, Ford Foundation (EUA), Christian Aid (Reino Unido), Church World Service (EUA), Conselho Mundial de Igrejas (Suiça), Igreja Unida do Canadá, Igreja Anglicana do Canadá, ACT Alliance, Igreja da Suécia, Canadian Foodgrains Bank, Norwegian Church Aid, entre outros.


A Koinonia informou que o senhor Anivaldo Padilha é associado da entidade e exerceu a função de Secretário de Planejamento e Cooperação entre 01 de janeiro de 2007 e 25 de setembro de 2009. Ocasião em que - por carta à entidade – solicitou afastamento das funções tendo em vista que o ministro Alexandre Padilha assumiria a Secretaria de Relações Institucionais (SRI), com o objetivo de cumprir o que determina a legislação e evitar conflito de interesse com o Poder Público.


Por fim, é importante esclarecer que o processo de análise das propostas de convênios encaminhadas e aprovadas pelo Ministério da Saúde segue sempre a mesma forma: após cadastrada, ela é analisada pela área técnica responsável quanto ao mérito e, posteriormente, pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) quanto aos aspectos técnico-econômico.

NOTA DA  BLGOGUEIRA: Conheço pessoalmente o Anivaldo Padilha, seu caráter e os diversos trabalhos que desenvolve na luta contra todas as formas de opressão. Colaborei com Anivaldo no GT Igrejas da Comissão Nacional da Verdade e esclareço que ele, mesmo não sendo comissionado da CNV, tem feito um trabalho de resgate da memória dos anos da Ditadura Civil-Militar no Brasil com competência e seriedade. Para quem não conhece Anivaldo Padilha, esse foi perseguido, preso e torturado pela ditadura, que o obrigou a se exilar, sendo que este realizou um trabalho dentro das Universidades dos EUA, nessa época, mostrando as atrocidades cometida pelos ditadores, mostrando filmes clandestinos, enviados do Chile mostrando como se davam as torturas aqui no Brasil. Ele, corajosamente, dentro do território estadunidense trabalhava diuturnamente para denunciar o que acontecia no Brasil.
Anivaldo Padilha, sociólogo, para mim é o maior humanista que o Brasil tem. Ele está sempre na luta para que todos os direitos humanos sejam respeitados.
A biografia de Anivaldo para mim e todos os que o conhecem não tem um risco sequer. Ele é um grande mestre, com quem aprendo todos os dias. Não é uma manchete de jornal de quinta categoria que nunca esteve comprometido com a verdade nem com o respeito ao direitos humanos, não tem credibilidade para tentar elamear o nome de Anivaldo com o intuito de jogar a população contra Alexandre Padilha.
Quanto a idoneidade e ideologia de Alexandre Padilha, essa foi forjada já no ventre de sua mãe, que depois da prisão e desaparecimento de Anivaldo, descobriu estar gravida do menino. Levou o garoto então com três meses de São Paulo para Belo Horizonte para que eles sobrevivessem à perseguição política. Voltou para São Paulo, para que Alexandre convivesse com a família de Anivaldo. Pai e filho, através da luta da mãe, se correspondiam clandestinamente por fitas cassete. A mãe, médica, foi trabalhar não em grandes hospitais, mas, numa comunidade carente, onde se casou e morou com seu filho. Ela mostrou desde cedo ao filho que é do ódio de classes que nasce a desigualdade social. Esse menino Alexandre, já muito novo, participava com sua panelinha nos panelaços contra a carestia. 
Alexandre é filho de dois grandes humanistas e carrega com ele a ideologia, o compromisso com a verdade e a luta pelos excluídos desse país.
A campanha contra Alexandre, é na verdade, contra todos aqueles que hoje são beneficiados não só pelo Programa mais médicos, mas, todos os programas por ele instituídos no país. A elite brasileira não dá trégua porque ele mexeu com a classe mais privilegiada desse país: a dos médicos.
Alexandre como todos estão vendo, aceitando isso ou não, luta bravamente para que todos tenham direito a saúde de qualidade e acesso a medicamentos e programas de orientação para a população para que esta seja beneficiada de tudo o que ele faz em termos de saúde no Brasil. 
Um exemplo da eficiência desses serviços é a qualidade da saúde publica do minha cidade, Vitória, ES, que utilizou muito bem os recursos do Governo Federal onde agora, os planos de saúde tentam copiar o modelo SUS de atendimento, por conta da migração dos cidadão para a saúde pública.
Alexandre enfrenta essa reportagem de cabeça erguida, pois, ele é um homem sério, que leva a política pública com seriedade. Esses que tentam de todas as formas macular sua imagem são os mesmos que estiveram colaborando com o Regime Militar.
Eles não aceitam que os mais necessitados tenham os mesmos serviços de qualidade oferecido à eles pelos médicos e profissionais de saúde que cobram caro por aquilo que aprenderam e que deveriam levar a todos os cidadãos do país.
Os 90% da população que não tinham acesso à saúde, hoje, por conta da seriedade de Alexandre Padilha, são os beneficiários da saúde pública de qualidade por ele implantada e outras fase de implantação.
MEXEU COM ALEXANDRE PADILHA, MEXEU COM 75% DA POPULAÇÃO QUE O APROVA!!!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

EXAME DE CONSELHO REPROVA 60% DOS MÉDICOS COXINHAS RECÉM-FORMADOS

Exame de conselho reprova 60% dos médicos recém-formados
Desempenho em prova obrigatória em São Paulo foi pior em áreas como clínica e pediatria
Nota ruim não afeta obtenção de registro; índice de reprovados é maior entre alunos de faculdades privadas

Quase 60% dos 2.843 médicos recém-formados em São Paulo que prestaram o exame do Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) foram reprovados.
Segundo o conselho, 1.684 (59,2%) acertaram menos de 60% da prova --o índice mínimo para aprovação.
A taxa de reprovação é maior do que a de 2012, ano em que a prova se tornou obrigatória e quando 54,5% dos médicos foram reprovados. A prova é aplicada desde 2005, mas não era obrigatória e tinha baixa adesão.
Apesar de ser requisito para obter a licença médica, a prova não tem caráter eliminatório. É preciso apenas comprovar a participação no exame para tirar o registro profissional, mesmo que o candidato seja reprovado.
"Infelizmente, o conselho ainda não pode negar o registro para quem não atinge o mínimo de 60% de acerto", diz Bráulio Luna Filho, diretor do Cremesp e coordenador do exame.
O pior desempenho ocorreu em áreas vitais, como pediatria e clínica médica (só 47,8% e 52% de acertos, respectivamente).
Os futuros médicos erraram questões básicas sobre diagnóstico e tratamento de problemas frequentes em prontos-socorros e postos de saúde, como pneumonia, tuberculose e hipertensão.
"É vergonhoso, um absurdo. A licença deveria ser dada apenas aos médicos que passaram", diz Luna Filho.
PARTICULARES
Os índices de reprovação são mais graves entre alunos de faculdades privadas: 1.942 dos 2.843 que prestaram a prova. Desses, 1.379 foram reprovados, um índice de 71%.
"No Brasil, é médico quem pode pagar uma mensalidade", afirma o coordenador.
Neste ano, o exame do Cremesp também foi realizado por 485 médicos formados em outros Estados, que pretendem fazer residência ou exercer a medicina em São Paulo. Desses, 350 foram reprovados --72,2%.
O conselho paulista, o único do país a realizar a avaliação, não revela o nome das escolas médicas com pior e melhor desempenho.
Em anos anteriores, o exame foi duramente criticado pela Abem (Associação Brasileira de Ensino Médico) e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que defendem uma avaliação seriada do aluno (no 2º, 4º e 6º anos do curso), mas não apresentaram nenhuma proposta.
Países como o Reino Unido e o Canadá adotam uma avaliação externa periódica dos futuros médicos e toma para si a responsabilidade de aferir a competência deles antes que cheguem ao mercado.
João Ladislau Rosa, presidente do Cremesp, diz que, agora, o conselho deve prestar ajuda às universidades, indicando falhas na grade curricular e no sistema de avaliação das faculdades. "Mas ainda há certa resistência de algumas instituições."

NOTA DA BLOGUEIRA: Com esse índice de reprovação, fica caracterizado que os médicos brasileiros não estão capacitados para exercer a profissão. As entidades médicas não tem qualificação para criticar os colegas cubanos, que bem diferente dos brasileiros, tem em Cuba, um modelo de medicina humanista reconhecido não só nos países em que atuam fora da ilha, mas, pela OMS. 
A gritaria dos médicos brasileiros, depois de terem reconhecido a incapacidade dos colegas para atuarem em qualquer lugar do planeta, soa mesmo como reserva de mercado as críticas ao programa Mais Médicos.
Se eles não tem capacidade e nem querem atuar nos lugares mais remotos e periferia das grandes cidades, deveriam ter a decência de admitir suas falhas.

Por ARETHA YARAK e CLÁUDIA COLLUCCI DE SÃO PAULO

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Publicações dos Drs. Coxinhas em Site além de antiético mostra bem o caráter deles!



Em uma recente tentativa de protesto contra os estrangeiros contratados pelo programa Mais Médicos, do governo federal, a ética profissional pode estar sendo ignorada por médicos brasileiros. Em um Tumblr – tipo de blog para postagem de imagens –, estão sendo compartilhados fotos de receitas, encaminhamentos e outros documentos emitidos pelos estrangeiros.
As imagens postadas no site, em funcionamento desde outubro do ano passado, revelam supostos deslizes de médicos estrangeiros, que vão desde dificuldades com a língua portuguesa – e uso de palavras em “portunhol” – até erro na prescrição de medicamentos e encaminhamentos desnecessários a médicos especialistas.
“Receitas, prontuários e demais documentos dessa natureza são de propriedade do paciente. O médico é somente um fiel depositário deles. Assim, esses materiais nunca poderiam ter vindo a público dessa forma”, diz o advogado especialista em direito médico Robson Martins Pinheiro Melo.
O Artigo 89 do Código de Ética Médica estabelece que é vedado ao médico “liberar cópias do prontuário sob sua guarda, salvo quando autorizado, por escrito, pelo paciente”. Além disso, o sigilo do atendimento é outro ponto abordado no código de ética que rege a profissão.
Deslizes. Em um dos encaminhamentos postado no Tumblr, uma médica descreve que o paciente tem manchas “blanquecinas” na região do “cuello” – querendo dizer que ela possuía manchas esbranquiçadas na região do pescoço. Em outro documento, uma médica encaminha um paciente ao oftalmologista com um pré-diagnóstico de “lagrimão tupido” – terminologia que não existe na literatura médica e que, segundo o autor da postagem, pode estar no lugar de “obstrução do duto lacrimonasal”.
Punições. Se identificados, os autores das postagens podem ser repreendidos. “Esse médico (autor da postagem) está passível de responder a processo ético profissional perante o Conselho Regional de Medicina (CRM) onde estiver sua inscrição. As punições variam de uma censura confidencial até a cassação do registro profissional”, afirma o advogado.
Se por um lado os autores das postagens se preocuparam em omitir os nomes dos pacientes para quem as receitas e encaminhamentos foram passados, os nomes completos e os números de registro dos médicos autores dos documentos são deixados à mostra. Por isso, Pinheiro Melo afirma que os médicos que tiveram seus dados divulgados e se sentirem ofendidos podem entrar com uma ação de danos morais contra os autores das postagens.
Para os que quiserem entrar com um processo, o mais indicado, de acordo com orientações da Delegacia Especializada de Investigações de Crimes Cibernéticos de Minas Gerais, é que procurem uma delegacia especializada em crimes digitais e prestem queixa.
Migração
Provab. Médicos do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica (Provab) e do Mais Médicos poderão migrar de um programa para o outro, afirmou ontem o Ministério da Saúde.
Conselho ressalta sigilo e diz que irá avaliar as informações

O Conselho Federal de Medicina (CFM) se manifestou por meio de nota sobre a polêmica do Tumblr contra os profissionais estrangeiros contratados pelo Mais Médicos.

O texto, atribuído ao presidente do órgão, Emmanuel Fortes, afirma que “todas as denúncias envolvendo a atuação dos médicos intercambistas do programa Mais Médicos serão tratadas pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) dos Estados onde ocorreram os atendimentos”.

O CRM-MG informou, também por meio de nota, que “as informações divulgadas no site devem ser cuidadosamente avaliadas”. O conselho ainda afirmou que “a relação médico-paciente e o sigilo do atendimento devem ser preservados como destacado no Código de Ética Médica”.
Por Raquel Sodré
NOTA DA BLOGUEIRA: Os médicos brasileiros mostram mais uma vez que além de maus médicos, também violam o código de ética médica ao expor pacientes e seus prontuários para uso de sua campanha difamatória contra os médicos cubanos.

Não é de hoje que falamos como a corporação médica tem fiscalizado os médicos cubanos. Nunca houve tanta fiscalização e informação apócrifa circulando. Boatos, meias verdades, inverdades e até a caligrafia do médico já foi alvo de suspeita.

Bom, o que chama atenção não é somente a forma como ainda, juntos, tentam difamar um programa ou médicos de qualidade reconhecida e com maciça aprovação da população, mas a falta de caráter, de ética, expondo outros colegas de profissão com questionamentos dubitáveis etc.

É nojento imaginar, como no vídeo de médico que induz paciente a falar mal em entrevista. que um profissional usou seu tempo em consultório para fazer um vídeo quase suplicando para a paciente falar mal do programa.

Código de Ética Médica:

Capítulo IX

SIGILO PROFISSIONAL

É vedado ao médico:

Art. 75. Fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos, em meios de comunicação em geral, mesmo com autorização do paciente.

Capítulo X

DOCUMENTOS MÉDICOS

É vedado ao médico:

Art. 85. Permitir o manuseio e o conhecimento dos prontuários por pessoas não obrigadas ao sigilo profissional quando sob sua responsabilidade.



Fonte: Código de Ética Médica (http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/integra_10.asp).

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MENSAGEM DA DRA. BARBARA LEON SÁNCHEZ AOS BRASILEIROS

Dra. Barbara Leon Sánchez e Dr. Arnai Albrisa comigo no aeroporto.


















Tenho ido todos os dias em que chegam médicos cubanos ao Espírito Santo, recepcioná-los no aeroporto com companheiros e o povo capixaba, que está apoiando totalmente a iniciativa do Governo Brasileiro, através do Ministério da Saúde o Programa Mais Médicos para o Brasil.

Nesse contato com outras pessoas que não são militantes como eu, todas dizem que o Brasil precisava de um ato de coragem desse para que todos tenham acesso à saúde.

Hoje, conheci mais sete médicos cubanos e conversei por algum tempo com algum deles.

Todos com quem conversei, tem experiência vasta em países da África, America Latina e outros continentes. São muitos anos de experiência e como verifiquei in loco, não se trata de aventureiros como quer fazer crer os Médicos Brasileiros, interessados mesmo em reserva de mercado e com um corporativismo de fazer inveja aos magistrados.

Os médicos são muito bem preparados e tem uma vontade imensa de cuidar com carinho da população brasileira.

A Dra. Barbara Leon Sánchez, deixou uma mensagem ao povo brasileiro que agora transcrevo:

Esperamos ajudar o povo brasileiro. 
Nós temos um objetivo comum que é dar melhores condições de saúde ao povo brasileiro junto com profissionais brasileiros e de outros países.

Nós sabemos que o povo brasileiro recebe os cubanos de braços abertos.

Cubanos e brasileiros tem mais semelhanças que diferenças. Nós somos irmãos!

Eu quero dizer ao povo brasileiro que nossas famílias ficaram felizes e tranquilas porque sabem que o povo brasileiro defende os médicos cubanos e que que compartilhar com eles.

Nós estamos muito satisfeitos e agradecidos por tomar parte desse projeto para melhorar a saúde do Brasil.

Obrigada!


NÓS É QUE AGRADECEMOS AOS MÉDICOS CUBANOS, tão desprendidos e realmente com vontade de cuidar da saúde do nosso povo.

Quando um médico agride ou coloca em cheque o profissionalismo dos médicos cubanos, ofende não só a eles, mas, todas a população brasileira que apoia totalmente o programa #maismédicos



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Farmácias, aumentai os estoques de Rivotril!!! Reaças piram com chegada de mais 2 mil médicos cubanos



Farmácias, aumentai os estoques de Rivotril! Os reaças piram com a chegada de mais 2 mil cubanos para a segunda etapa dos Mais Médicos!

Brasília – De hoje (30) até o final desta semana chegam ao Brasil mais 2 mil médicos cubanos para a segunda etapa do Programa Mais Médicos. Hoje, os primeiros 135 profissionais de Cuba desembarcam em Vitória. Na próxima segunda-feira (7), os 2 mil cubanos iniciam o módulo de avaliação que tem duração de três semanas com aulas sobre língua portuguesa e o sistema brasileiro de saúde pública. As informações são do Ministério da Saúde.
Além dos 2 mil cubanos, os 149 médicos com diploma do exterior que foram selecionados para a segunda fase do Mais Médicos iniciam o módulo de avaliação no dia 7. As aulas ocorrerão no Distrito Federal, em Fortaleza, Vitória e Belo Horizonte.
Na primeira fase do Programa Mais Médicos, 400 profissionais cubanos chegaram ao Brasil e passaram por curso de formação e avaliação. A previsão do Ministério da Saúde é trazer ao país, até o final do ano, 4 mil médicos cubanos. Esses profissionais vêm ao Brasil por meio de um acordo intermediado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Assim como os médicos com diploma do exterior que se inscreveram individualmente, os cubanos que vêm pelo acordo com a Opas não precisam passar pelo Revalida (Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior) e, por isso, terão registro provisório por três anos para atuar na atenção básica e com validade restrita ao local para onde forem designados.
Edição: Talita Cavalcante
Por: Miguel do Rosário


Por Yara Aquino, repórter da Agência Brasil


sábado, 7 de setembro de 2013

DEPOIMENTO DE MÉDICOS CUBANOS SOBRE O PROGRAMA #MAISMÉDICOS



Médica Aleida Dias Aladro - Tem 27 anos de experiência com medicina da família, é especialista em medicina geral integral, professora universitária e vai trabalhar no DSEI de Alto Puru, no Acre. Já trabalhou na Venezuela por mais de dois anos no atendimento a famílias na zona rural.







Médica Syssy Del Campo - Tem mais de 17 anos de formação e experiência em saúde da família. É especialista em medicina geral integral. Professora universitária, trabalhou na Venezuela por mais de sete anos no atendimento em atenção básica.







Médica Vivian Chavez - Tem 20 anos de experiência em medicina, trabalhou em vários países, como no atendimento aos atingidos pela Tsunami na Indonésia; na Nicarágua; Canadá e México. É professora Universitária e especialista em medicina geral integral.








Médica Zaida Regla Gomez Zabala - Tem mais de 15 anos de graduação em medicina e é especialista em medicina geral integral. Professora universitária, também já atuou em missões internacionais.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Movimentos sociais defendem #MaisMédicos em Minas Gerais


Representantes do Conselho Municipal de Saúde, de movimentos sociais, da Central Única dos Trabalhadores e de alguns partidos políticos realizam hoje, em Belo Horizonte, na frente da sede do Conselho Regional de Medicina – CRM/MG uma manifestação em favor da chegada e da atuação dos médicos estrangeiros e cubanos em Minas Gerais.

O objetivo da mobilização de acordo com Bruno Pedralva, representante dos Sindicatos dos Médicos de Belo Horizonte e médico no Barreiro de Cima, foi registrar a indignação de todos os grupos envolvidos em relação ao posicionamento do Conselho Regional de Medicina que recusa a conceder o registro profissional aos médicos estrangeiros que já estão em treinamento em Minas e também aos cubanos, que devem chegar a Minas nas próximas semanas.

Bruno Pedralva fez questão de destacar que o apoio à vinda dos médicos estrangeiros e cubanos é incondicional tanto nas comunidades como no Conselho de Saúde. “Há falta de médicos é indiscutível, no entanto, também é importante que eles tenham condições de trabalho digno e infraestrutura, mas precisamos ainda mais do recurso humano. O ato é uma resposta a uma parcela dos médicos que é contra a vinda dos médicos estrangeiros. Estamos revoltados e envergonhados com a posição do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, o que consideramos uma afronta e um desrespeito com a população mineira. Queremos mais médicos e não aceitamos o preconceito do Conselho”, disse.

Álvaro Souza, representante do Conselho Distrital de Saúde da Pampulha e militante do SUS, considera um absurdo o posicionamento contrário de alguns médicos brasileiros em relação aos Cubanos e estrangeiros. “Gostaria que cada cidade recebesse um profissional Cubano, além dos outros profissionais que estão chegando. Estamos cansados de ver brasileiros indo para Cuba em busca de tratamento, na área de oftalmologia e outros. Se brasileiros vão a Cuba buscar atendimento, quando os médicos cubanos e estrangeiros resolvem vir para o Brasil, vamos fechar as portas? Isso é hipocrisia.  Que todos os médicos sejam muito bem vindos", destacou.

Isabel Góes, morada da Vila Cemig no Barreiro, fez questão de destacar que há anos a região sofre com a falta de médicos e que está  indignada com a falta de respeito e o monopólio que alguns dos médicos brasileiros estão fazendo. “A população excluída finalmente será tratada com dignidade. Há tempos o povo esta esperando por um médico já que os muitos dos profissionais brasileiros se recusam a ir para regiões como a nossa, por isso nada mais justo do que dar oportunidade para quem deseja trabalhar, seja estrangeiro ou cubano”, finalizou.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

ÓDIO AO MÉDICO CUBANO É PARTE DO ÓDIO AOS POBRES

nariz-tapada

O ódio que vem sendo externado aos profissionais da saúde cubanos que estão chegando a nosso país não é nada mais do que outra manifestação do quase eterno ódio que certos setores sociais têm contra os mais humildes, contra os pobres.
A categoria médica brasileira está composta significativamente por elementos que se enquadram num perfil de classe média fascistoide. São, via de regra, gente que aprendeu a odiar os pobres como forma de reafirmar-se, perante si mesmos e ante o restante da sociedade, como parte das camadas “superiores”. O fato de ser de classe média não implica necessariamente uma absorção automática de sentimentos preconceituosos contra os pobres, mas é inegável que a falta de identidade própria inerente a esses grupos sociais gera um caldo de cultura mais fecundo para seu desenvolvimento. Não é, portanto, nenhuma surpresa notar que, nas manifestações mais furibundas de ódio contra os médicos cubanos, as carinhas mais destacadas sejam as de jovens arrumadinhos/as, bem vestidinhos/as, ou seja, bem tipinho classe média.
Que o ódio aos médicos cubanos se deva ao fato de que eles estão vindo ao Brasil numa missão de assistência aos setores mais carentes de nosso povo é, a meu ver, algo claro e patente. Basta constatar que as vozes que bradam com violência seu rancor na atual situação jamais se fizeram ouvir para expressar sua indignação ao projeto mantido pelo governo dos Estados Unidos que visa estimular a deserção dos médicos cubanos de suas missões em favor dos mais humildes e cooptá-los para o trabalho de assistência aos ricos nos Estados Unidos. Em outras palavras, aos médicos cubanos que se deixam levar pelo canto de sereia estadunidense (percentual extremamente reduzido do número total dos participantes nessas missões, devemos ressaltar) e aceitam ir para os Estados Unidos prestar assistência às corporações capitalistas, a esses, nossos “bonitinhos” médicos brasileiros nunca classificaram de incompetentes, de escravos, nem de ostentarem aparência física “incondizente” com a categoria médica.
Se algum fruto positivo pode ser extraído do que anda acontecendo nas demonstrações de rechaço dirigidas aos profissionais da saúde de origem cubana, este será a retirada do véu que ocultava a face de boa parte dos cidadãos que integram o conjunto dos médicos de nosso país. Antes da era da globalização neoliberal, a consciência política dos médicos brasileiros costumava ser muito diferente do que ocorre na atualidade. As organizações de esquerda e a base das ideologias a elas associadas (a valorização do sentimento de solidariedade aos mais humildes) predominavam em quase todos os centros de formação médica do país. Hoje, lamentavelmente, parece que o único valor que se impõe com força nesse meio é o valor do dinheiro. Isto quer dizer que o trabalho ideológico junto a nossos compatriotas médicos (mas não só junto a eles) se faz então mais do que necessário, é impreterível.
Tomara que, agora que as caras ficaram mais visíveis, possa haver condições para a reflexão, e que aqueles profissionais médicos que não sucumbiram ao poder econômico e aos preconceitos antipovo possam recuperar o espaço perdido nas últimas décadas.
Enquanto isto, fico feliz em saber que ainda há médicos com tanta dignidade e sentimento humanitário como os que saem de Cuba para prestar assistência aos povos mais necessitados do planeta, dentre eles, ao povo carente das regiões mais remotas e abandonadas do Brasil.

Fonte: Desacato Info

domingo, 1 de setembro de 2013

APARTHEID DE JALECO EM ITABORAÍ - RJ



Dois médicos cubanos foram vítimas de ofensas morais e discriminação quando realizavam plantão no Hospital Municipal de Itaguaí. Eles já residem no Brasil há mais de 15 anos e tem registro expedido pelo Conselho Regional de Medicina (CRM). Quando dariam início ao plantão, os estrangeiros tiveram as camas retiradas do dormitório para que não dormissem no mesmo espaço destinado aos brasileiros. Além disso, na parede do dormitório foram pichadas frases que exigiam sua saída do Brasil: "fora médicos gringos", dizia.

A ação dos médicos no Rio ocorre alguns dias após a primeira manifestação de preconceito praticada contra os profissionais cubanos em Fortaleza, no início da semana. Sob vaias e gritos ofensivos, os profissionais vieram atender ao programa Mais Médicos instituído pelo governo Federal. 

Diretor de hospital de Itaguaí diz que foi coincidência - clique aqui

O preconceito e a falta de respeito aumentaram "consideravelmente", segundo revelaram médicos de Itaboraí que pediram para não ser identificados.

Testemunhas que viram o ataque de discriminação em Itaboraí disseram que tudo teve início a partir de um mal entendido envolvendo o atendimento a uma criança. 

A doutora Candelária é cubana de nascimento, mas casada com um brasileiro. Seu filho, Islem, também médico e igualmente discriminado, tem todos os registros para trabalhar no Brasil. Testemunhas afirmam que os dois saíram chorando da unidade hospitalar onde Candelária trabalha há 15 anos. Até hoje, afirmaram, jamais haviam sido vítimas de qualquer tipo de manifestação preconceituosa. Com a saída dos médicos da unidade municipal de Itaboraí, permaneceu sozinha no plantão a médica também cubana de nome Emma. 

O problema envolvendo a criança, que teria dado início ao conflito, ainda permanece confuso. Segundo apurado por Conexão, os pais da criança queriam mantê-la na unidade, embora seu estado de saúde não oferecesse maiores riscos. A família teria plano de Saúde do Bradesco. O conflito teria provocado a reação de discriminação. Com a confusão, alguns funcionários insatisfeitos com a presença dos estrangeiros retiraram as camas destinadas aos dois cubanos e picharam na parede a mensagem pedindo que deixem o país. 

O diretor do hospital no turno da manhã, que presenciou a cena, pediu desculpas aos dois médicos ofendidos. Entretanto eles, se dizendo humilhados, acabaram saindo do hospital. 

Outros estrangeiros garantiram que a discriminação contra o trabalho de profissionais de outros países aumentou consideravelmente nos últimos dias: "insuportável!", resumiu uma estrangeira que pediu para não ser identificada.

Dicas:
Matéria: Shagrat All Durr
Título: Pablo Yuri Raiol Santana
Fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/saude/transplantes/medicos-brasileiros-retiram-camas-de-dormitorios-e-ofendem-cubanos-em-itaborai-69-15324

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

MÉDICOS POSTAM COMPULSIVAMENTE NA REDE MENTIRA DA FOLHA! #MAISMÉDICOS PROÍBE DEMISSÃO DE BRASILEIROS QUE JÁ ATUAM NO SUS



Os corvos de jaleco estão reverberando nas redes a notícia irresponsável da Folha hoje, dizendo que as prefeituras irão demitir médicos brasileiros do SUS para eles darem lugar aos estrangeiros.

Visitei vários perfis, páginas e me deparei com a comunidade Consciência democrática, que de consciência e democracia não tem nada. Essa mentira postada está sendo compartilhada por toda a rede por páginas e perfis médicos. então vamos mostrar de que lado está a mentira, apresentando a verdade.

A MENTIRA


PREFEITURAS ESTÃO DEMITINDO MÉDICOS BRASILEIROS, PARA CONTRATAR OS DO "MAIS MÉDICOS" !
MAS NÃO HAVIA "FALTA DE MÉDICOS" ?
Consciência Democrática

Precisamos dar emprego para os comunas ! Danem-se os capitalistas !

Para aliviar as contas dos municípios, médicos contratados por diferentes prefeituras no país serão trocados por profissionais do Mais Médicos, programa do governo Dilma Rousseff (PT) para levar estrangeiros e brasileiros para atendimento de saúde no interior e na
s periferias.

A reportagem identificou 11 cidades, de quatro Estados, que pretendem fazer demissões para receber as equipes do governo federal. Segundo as prefeituras, essa substituição significa economia, já que a bolsa de R$ 10 mil do Mais Mé
dicos é totalmente custeada pela União.

As cidades que já falam em trocar suas equipes estão no Amazonas (Coari, Lábrea e Anamã), Bahia (Sapeaçu, Jeremoabo, Nova Soure e Santa Bárbara), Ceará (Barbalha, Cascavel, Canindé) e Pernambuco (Camaragibe).


A VERDADE

Ministério da Saúde esclarece que os municípios que se inscreveram no Programa Mais Médicos são proibidos, por força do termo de adesão e compromisso e da portaria interministerial, de demitir profissionais já contratados para substituí-los por participantes do programa. Os municípios que descumprirem esta regra serão excluídos do programa, com remanejamento dos médicos participantes para outras cidades, e serão submetidos a auditoria do Ministério da Saúde.
Para assegurar o cumprimento desta regra, o Ministério da Saúde estabeleceu um conjunto de filtros preventivos:
  1. A prefeitura é obrigada a manter a quantidade de médicos na Atenção Básica que já tinha antes da adesão ao programa, sem ocupar estes postos com profissionais remunerados pelo Ministério da Saúde. Ou seja, os profissionais do Mais Médicos só podem ser incluídos para expandir a capacidade de atendimento naquela cidade, formando novas equipes de Atenção Básica ou preenchendo vagas naquelas em que faltava médico. O controle desta trava é feito online no sistema do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), impedindo que o médico participante do projeto seja direcionado a postos que estavam ocupados antes da adesão do município.
  2. Todos os médicos que já estavam cadastrados na Atenção Básica de um determinado município foram impedidos de se inscrever no programa para atuar nesta mesma localidade, o que impede a migração de profissionais para a bolsa do Mais Médicos dentro de uma mesma cidade.
Enquanto participarem do Mais Médicos, os municípios só poderão desligar médicos da Atenção Básica em situações excepcionais justificadas à coordenação nacional do Programa Mais Médicos, como, por exemplo, descumprimento comprovado de carga horária e/ou outra falha ética ou profissional do médico.
NOTA DA BLOGUEIRA: Os médicos que já sabem que é mentira e essas páginas contra o Governo Federal e o Programa #MaisMédicos desconhecem o que é ética, o compromisso com a verdade e também o que é ser médico.
A determinação em disseminar a mentira em massa é um ato comum que era a tática da ditadura Militar no Brasil. Tenho dito que a ditadura ainda não saiu de muitas instituições públicas e privadas. E as matérias veiculadas tanto na Folha quanto nas páginas que a reproduzem sem o menor critério e sem ouvir a outra parte reforçam essa minha convicção.
Dentre as várias coisas que nos chamam nessas páginas, uma delas é que apoiamos genocidas e que estamos implantando o comunismo da ditadura petista no Brasil.
Que somos um governo de esquerda, até os gusanos sabem. Ser de esquerda não é para os fracos, para aqueles que não suportam sair de sua zona de conforto para levar dignidade à população que está à margem do processo de inclusão de saúde, educação e cidadania.
Eles dizem que se faltam médicos, porque vão demitir? 
Eu respondo: qual a parte do desmentido do Ministério da Saúde que eles não entenderam? Se eles não sabem distinguir boatos de fatos, como é que vão fazer anamnese em saúde básica. E mais, eles sabem lá o que é saúde básica. Para qualquer diagnóstico necessitam de equipamentos sofisticados. 
OLHEM O CÚMULO DO DR. COXINHA
É triste ver no perfil pessoal de um urologista que deu voz à insanidade dessa matéria, mas, que logo à seguir ele posta que está em Barcelona, primeiro num  congresso e depois no estádio do FC Barcelona. Mostra bem de que lado estão esses corvos de jaleco.
Ele não tem nem a decência de estar no Brasil para saber o que realmente ocorre. Se é tão irresponsável de postar a matéria de longe, imaginem como médico. Esse é o tal médico que me colocou aos berros para fora do consultório dele apenas porque apoio a vinda de médicos estrangeiros para o Brasil.
Ele nem ao menos trabalha o SUS. Tem consultório, clinica particular para procedimentos e a parte de urologia de um dos maiores hospitais da minha cidade.
Ele lá sabe o que a população precisa? Ele nem sabe o que é povo, quanto mais as necessidades dela.
As insanidades não param por aí. Todos os dias eles criam um fato para tentar desqualificar o #MaisMédicos e porque? Porque são corporativista, fazem reserva de mercado, são mercenários, não atendem e não querem que outros atendam onde eles nunca colocariam o pé para trabalhar.
E SE POR ACASO OS COXINHAS DE JALECO NECESSITAREM DE PRIMEIROS SOCORROS ONDE ELES NÃO QUEREM IR PARA TRABALHAR?
Seria interessante um médico desses indo passear, mas tem que passar por uma rodovia que corta o interior e aí ocorre um acidente e é socorrido naquele lugar que ele odeia ter que trabalhar, vem um médico estrangeiro e lhe pergunta:
 Necesita de ayuda, señor?