sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Liminar contra #MaisMédicos em Santa Catarina é negada








O juiz,  da 1ª vara federal de Florianópolis, Gustavo Dias Barcellos, indeferiu nesta sexta-feira (9), pedido de medida liminar contra o Programa Mais Médicosmovida pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina. O sindicato havia movido ação civil pública questionando a legalidade e a constitucionalidade do #MaisMédicos na última sexta-feira (2). O juiz avaliou que não há nenhum impedimento jurídico em relação ao programa.
Ficou decidido que não procede o questionamento do sindicato em relação a questão da urgência e da relevância do tema para constar numa MP. O sindicato também havia acusado o programa de violar as regras do concurso público, o que o juiz considerou sem fundamento uma vez que não há vínculo empregatício entre o médico e o Estado. Em relação à exigência  do Revalida para garantir a qualidade do médico, o juiz avaliou que o programa criou novas regras para avaliação dos médicos estrangeiros, definidas expressamente na MP, o que torna desnecessária a aplicação do Revalida.
Saiba mais informações no site da Advocacia Geral da União (AGU).

CGU: http://www.agu.gov.br/sistemas/site/TemplateImagemTexto.aspx?idConteudo=249633&id_site=3

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

TEM SEMPRE O DEDO SUJO DE TUCANO POR TRÁS DE NOTAS MENTIROSAS: VERGONHA ALHEIA!



Observação na nota: "o CFM já suspeitava que os brasileiros estavam sendo prejudicados e encaminhou denúncia ao Ministério Público e à Polícia Federal, solicitando que acompanhassem o processo de inscrição no programa." MENTIRA.. Quem fez isso foi o Ministério da Saúde em 11 de julho, tão logo surgiram denúncias: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2013/07/12/interna_politica,376709/medicos-se-mobilizam-na-internet-para-atrasar-importacao-de-estrangeiros.shtml


Nota atualizada do MS: http://bit.ly/11Mk8Yj
Destaca-se nela as informações sobre personagens da entrevista do CFM:
1. O médico baiano Dilvo Bibliazzi Júnior, que serecusou a homologar sua inscrição no município de Itaparica, já possuía, antesda inscrição no Mais Médicos, vínculo de trabalho com seis estabelecimentos desaúde, na rede pública e privada de Canavieiras.Além de já atuar na rede municipal de atenção básica, ele declarou, ao Cadastr oNacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) ser anestesiologista em cinco hospitais da região, totalizando jornada semanal de trabalho de 104 horas. Na nota, Bibliazzi também acusa a prefeitura de Itaparica de planejar demitir médicos já contratados para substituir por profissionais do programa. O relato do CFM na nota à imprensa dá a entender que foi Bibliazzi quem tentou trocar a natureza de seu próprio vínculo com o município de Canavieiras, ao solicitar o desligamento da sua vaga como médico da Unidade Básica de Saúde Dr. Sócrates Rezende, para aderir ao Mais Médicos. O Ministério da Saúde criou filtros no sistema para impedir que haja demissões de médicos já contratados para substituí-los por profissionais do Mais Médicos.
2. Já o médico Giordano Bruno Souza dos Santos, lotado em Macaíba (RN) pelo Mais Médicos, reclama de não ter sido direcionado paraa tuar em Florânia (RN) – onde já mora e exerce a Medicina, com dois vínculos à rede local de saúde. A sua designação para Macaíba se deve ao fato de que esta tem escassez de médicos e vulnerabilidade social maiores que Florânia.

Não é estranho a nota do CFM ter personagens que, supostamente querem participar do Mais Médicos, mas têm o estereótipo daqueles que quiseram fraudar o programa, também por infringirem uma série de pontos do edital? 
Segue pesquisa básica de um dos personagens a partir do seu perfil no Facebook:

Giordano Bruno Souza dos Santos: https://www.facebook.com/giordanu

1. Escolheu a cidade onde atua para participar do programa

2. É ligado ao PSDB e fez campanha para o pai, candidato a vereador em Florânia: https://www.facebook.com/giordanu/photos

3. Selecionou o município em que tem uma ONG que trabalha em parceria com prefeitura de Florânia. A ONG já investigada pelo Ministério Público do Trabalho: http://www.robsonpiresxerife.com/notas/ministerio-publico-do-trabalho-instaura-inquerito-e-vai-apurar-irregularidades-na-apami-de-florania/


NOTA DA BLOGUEIRA: Vergonha alheia os médicos tratarem de saúde de milhares de pessoas pelo viés da política mentirosa!
Se os médicos tivessem comprometimento real com a saúde da população não usariam desses subterfúgios para desacreditar esse programa que a população está recebendo com braços abertos. 
Os médicos podem não querer os estrangeiros, mas, o que é uma classe corporativa com uma reserva de mercado tão desumana contra a população de 700 municípios sem médico algum.
Os médicos deveriam colocar a cabeça para pensar.
Será que esses médicos dormem quando se deitam, suas consciências deixam. Se deixarem é porque não se pode esperar mais nada desses seres que se dizem humanos. Onde mora a humanidade desses seres?

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

CFM FAZ NOTA CRETINA, MS CONTESTA! POPULAÇÃO JÁ ENTENDEU E QUER O PROGRAMA DO MS SÓ FALTA OS MÉDICOS ENTENDEREM!


O Conselho Federal de Medicina, mais uma vez, do alto da empáfia de seu presidente, ao divulgar nota, omite que os 2 médicos citados nela, já fazem parte da atenção em saúde básica dos municípios colocados como primeira opção, que tem vínculos com hospitais da região e um deles proprietário de uma clínica particular. 
Eu queria saber qual a parte do edital que o Presidente do CRF não entendeu e ainda qual a parte do Programa Mais Médicos ele ainda tem dúvidas.
Fica claro para mim, mais uma vez, o caráter corporativismo e a reserva de mercado por parte dos médicos.
A população já entendeu o que é o Programa Mais Médicos, falta agora os médicos.
Será que a população vai ter que desenhar o problema da saúde no Brasil ou os médicos continuarão ignorar e tentar impedir a solução do problema?


NOTA DO MINISTÉRIO CONTESTA A NOTA DIVULGADA PELO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

Sobre a nota divulgada pelo Conselho Federal de Medicina nesta terça-feira (6), o Ministério da Saúde esclarece que os dois casos de profissionais inscritos no Programa Mais Médicos citados no texto que teriam optado pelo interior e sido alocados em regiões metropolitanas, foram direcionados para regiões prioritárias do programa, ou seja, com maior escassez de médicos. Causa estranheza que o CFM tenha em sua nota indicado que esses profissionais desejassem por meio do programa atuar exatamente onde já trabalham como médicos, inclusive um deles sendo proprietário de clínica particular e outro já cadastrado como médico de Saúde da Família no município que ele solicitou, situação vedada pelo edital, além de ter outros vínculos na área hospitalar como especialista.

A seleção desses profissionais foi criteriosa e de acordo com todas as regras do edital do Mais Médicos. O médico Dilvo Bibliazzi Júnior foi, inclusive, alocado no município de Itaparica (BA) em sua primeira opção dentre uma lista apontadas no sistema e respeitando as regras do programa. A cidade,que fica na região metropolitana de Salvador, está entre as prioritárias do programa e foi constatada carência de profissionais na atenção básica entre os critérios do Mais Médicos.

O CFM diz que o médico Bibliazzi Júnior pretendia ficar em Canavieiras, cidade em que ele já possui registro no Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES) como médico de Saúde da Família deste município e tem vínculos como especialista de hospitais da região próxima. O município de Canavieiras, porém, não está entre os prioritários do programa, com maior escassez de profissional dentre os critérios da iniciativa.

Em relação ao médico Giordano Bruno Souza dos Santos, o mesmo foi lotado em Macaíba (RN) pelo Mais Médicos, sua segunda opção entre uma lista de seis que deveriam ser apontadas por ele sistema do programa, e de acordo com o edital. Esse profissional colocou como primeira opção Monte Alegre, que não teve disponibilidade de vagas pelos critérios do programa.

A cidade de Florânia (RN), no interior do estado, em que a nota do CFM diz ter sido a preferência deste profissional, não está entre as listadas como prioritárias pelos critérios de escassez de profissional na atenção básica. O médico Santos confirmou sua participação no Mais Médicos, realizando a homologação do município em que foi alocado.

As cidades prioritárias do Mais Médicos reúnem as com 20% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza, regiões metropolitanas e capitais, 100 cidades com mais de 80 mil habitantes de menor renda per capita e distritos sanitários especial indígenas e áreas com escassez de médicos.

O programa Mais Médicos tem o objetivo de ampliar o atendimento na Atenção Básica, por isso os profissionais que participarão do programa só poderão ser inseridos em novas equipes de atenção básica ou naquelas em que há falta de médicos, dentre as cidades prioritárias com maior escassez destes profissionais.

SE O MS NÃO TIVESSE COLOCADO O TERMO DE ADESÃO, O PROGRAMA MAIS MÉDICOS TERIA SOFRIDO O BOICOTE


A baixa adesão de médicos no Programa Mais Médicos, nos faz questionar mais uma vez, o que as organizações destes querem para a saúde do Brasil.
Primeiro eles disseram que iriam boicotar o programa e o MS tomou providências para que os médicos realmente interessados assinassem um termo de compromisso. E o que vimos? Que dos 16.530 profissionais que se inscreveram somente 938 médicos assinaram o termo de adesão.
Quer dizer, se o Ministério da Saúde não fica atento para esse tipo de golpe, eles teriam boicotado a segunda fase do programa.
E o cinismo dos médicos continua, pois, eles o tempo todo ficam se vitimizando, esquecendo que a maior vítima do corporativismo deles é a população.

Entenda a atenção básica e o Programa mais médicos:

ATENÇÃO BÁSICA
MaisMédicos: maioria dos profissionais brasileiros vai para as periferias decapitais e regiões metropolitanas
Um total de 938 médicos confirmaram participação no programa, atendendo 404 cidades. Prazo para seleção de municípios e homologação será estendido até quinta-feira (8)

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (6), a lista dos 938 profissionais brasileiros que confirmaram asua participação no primeiro mês de seleção do Programa Mais Médicos. A maioria deles (51,8%) atuará nas periferias de capitais e regiões metropolitanas e os 48,1% restantes em municípios do interior de alta vulnerabilidade social,totalizando 404 cidades atendidas nesta chamada. O número de vagas preenchidas equivale a 6% da demanda dos municípios, que apontaram a necessidade de 15.460 médicos para completar seus quadros na atenção básica do Sistema Único de Saúde(SUS).
Confira aqui a apresentação


Confira aqui a lista de municípios atendidos


“Tivemos a confirmação de 1.000 médicos em quinze dias de seleção, significa que quatro milhões de brasileiros passarão a ser atendidos. Esse é apenas o início do programa, o processo continua aberto e usaremos de todas as estratégias para suprir as mais de 15 mil vagas apontadas pelos municípios”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que ressaltou ainda o maior interesse dos profissionais pelas regiões metropolitanas e cidades próximas ao litoral. “Chama atenção, nesta etapa, a alta concentração de médicos inscritos em apenas 400 municípios com esse perfil”, destacou.
A lista de médicos brasileiros e municípios confirmados no primeiro mês de seleção foi divulgada na tarde desta terça-feira(6), em Brasília, em evento que contou com a presença do governador do Acre,Tião Viana, e representantes de entidades municipais e dos conselhos das secretarias estaduais e municipais de saúde. “Tenho certeza de que o Brasil precisa de um choque de realidade, e é isso que o Ministério da Saúde está fazendo. A falta de médicos é uma realidade que ninguém pode negar. O mundo é globalizado em tudo, por que uma reserva de mercado em uma hora dessas?”, disse o governador Tião Viana.
O presidente da Frente Nacional de Prefeitos e prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, reforçou a dificuldade dos gestores municipais na contratação de médicos: “mesmo uma cidade como Porto Alegre, que é a quinta cidade do país melhor estruturada em saúde e a quarta capital, eu não consigo levar médicos para a periferia. Por isso, a Frente dá total e absoluto apoio ao Programa Mais Médicos, a contratação de médicos brasileiros e, casos os brasileiros não se apresentem, a contratação de médicos estrangeiros”. Para o presidente da Associação Brasileira de Municípios, Eduardo Pereira, o fundamental é atender os municípios que precisam de médicos,defendendo, inclusive, a realização de acordos coletivos entre governo ou com universidades para atração de um número maior de profissionais para o atendimento de toda demanda.
Os 938 médicos que assinaram o termo de compromisso para participação no programa representam 5,6% dos 16.530 profissionais com registro profissional do Brasil que haviam se cadastrado inicialmente no sistema do Mais Médicos. O Ministério da Saúde dará mais umaoportunidade aos médicos brasileiros que chegaram a selecionar municípios, masque não homologaram sua participação.
Este grupo terá até quinta-feira (8) para novamente indicar as seis opções de cidades que desejam atuar, em ordem de preferência e de acordo com as regiões prioritárias do programa. A nova lista será publicada no sábado (10). A próxima chamada de médicos e municípios começa no dia 15 de agosto.
“Com isso, estamos abrindo uma nova possibilidade para que os candidatos brasileiros que não foram alocados possam fazer outra escolha de município e participar do programa”, afirmou o secretário de Gestão da Educação e do Trabalho em Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales.

PERFIL – A maioria (58,42)dos 938 médicos participantes é homem e 41,5% são mulheres. Do total, 47,2% são jovens profissionais, entre 23 e 30 anos, e 25,48% estão na faixa etária que vai de 31 a 40 anos. Acima de 41 anos, somam 27,24%, sendo que dessa parcela cerca de 9% tem mais de 61 anos.
Em relação à formação, 49,5% são médicos que concluíram a graduação entre 2011 e 2013. A grande maioria dos profissionais(74%) se formou nos últimos dez anos.
Dos 404 municípios que vão receber profissionais nesta primeira etapa, 213 estão em regiões com 20% ou mais de sua população em situação de extrema pobreza, 111 em regiões metropolitanas, 56 estão em um grupo de 100 cidades com mais de 80 mil habitantes de maior vulnerabilidade social e 24 são capitais. Na distribuição dos profissionais foram atendidos ainda 16 distritos sanitários indígenas.
Os municípios da região Nordeste foram contemplados com o maior número de médicos, com um total de 372 profissionais direcionados a 203 cidades e um DSEI. Em segundo lugar, vem o Sudeste, com 216 médicos para atender 77 municípios. Em seguida vem a região Norte, com 144 médicos em 49 municípios e 14 DSEI. A região Sul vai receber 107 médicos em 53 municípios; e Centro-Oeste, com 99 médicos em 22 municípios e um DSEIs.
Os estados que receberão mais médicos serão Ceará (91), Bahia (85), Goiás (70), Minas Gerais (64), Espírito Santos (58), Pernambuco (55), Rio de Janeiro (49), Rio Grande do Sul (47), Amazonas e São Paulo (ambos 45).

DEMANDA – Apenas 11,4% dos 3.511 municípios que aderiram à iniciativa vão receber profissionais nesta etapa, havendo uma sobra de 14.553 vagas. Do total da demanda de médicos apresentada pelos municípios do Norte do país, 8,1% será atendida. Esse índice do Nordeste é de 7,7%. Sul e Sudeste tiveram cerca de 4% de suas vagas preenchidas e o Centro-Oeste, 9%.
Dos 3.107 municípios que, até este momento,não receberão nenhum médico, 1.279 estão em regiões prioritárias, sendo 1.041 cidades do interior de alta vulnerabilidade social. O Nordeste é a região com o maior número de prefeituras que não serão atendidas, 972.
Do total de municípios que aderiram ao programa, 2.028 não despertaram o interesse de nenhum profissional brasileiro,pois não estiveram entre as seis opções selecionadas por cada um dos médicos.Desse universo, 782 estão em regiões prioritárias – o equivalente a 53% do total.
INFRAESTRUTURA – A grande maioria desses 2.028 participa dos principais programas do Ministério da Saúde para melhoria da infraestrutura, construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde. Desse total, 1.734 (85%) estão recebendo recursos do Programa de Requalificação de UBS e 1.578 (78%) aderiram ao Programa de Melhoria do Acessoe da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ).
Em relação aos 782 prioritários que não atraíram interesse de médicos, 722 (92%) estão recebendo recursos do Programa de Requalificação de UBS e 715 (91%) aderiram ao PMAQ.
O Governo Federal está investindo, até 2014,R$ 15 bilhões na expansão e na melhoria da rede pública de saúde de todo o Brasil. Deste montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 milunidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação desses estabelecimentos de saúde, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.
ACOLHIMENTO – Os profissionais selecionados pelo Mais Médicos começam a trabalhar no início de setembro. A partir de 13 de agosto, a Coordenação do Programa informará aos municípios osd ados dos médicos para o planejamento da recepção, moradia, alimentação e deslocamento interno desses profissionais.
As prefeituras têm até 25 de agosto para indicar ao Ministério da Saúde como será feito o deslocamento do profissional e qual será a moradia oferecida ao participante ou se optará por pagar auxílio moradia. Além de ajuda de custo, para compensar eventuais despesas de instalação, o médico receberá também auxílio do município para alimentação.
SEGURANÇA – Para garantir que o Mais Médicos ampliará o atendimento à população, os profissionais que participarão do programa só poderão ser inseridos em novas equipes de atenção básica ou naquelas em que há falta de médicos. O Ministério da Saúde, com base nos dados de 12 de julho do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), bloqueará o CPF do profissional do programa Mais Médicos, impedindo a inserção dele em equipes que já possuem médicos. O gestor municipal deve registrar as novas equipes em até 60 dias após a chegada do profissional.
O andamento do programa poderá sera companhado no site do CNES, no qual estará registrado o número de profissionais existentes anteriormente na atenção básica de cada município e quantos a mais ele recebeu pelo programa.
ESTRANGEIROS – Como definido desde o lançamento do programa os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados. As vagas remanescentes serão oferecidas primeiramente aos brasileiros graduados no exterior e em seguida aos estrangeiros.  Durante a primeira etapa de inscrições, 1.920 candidatos com registro profissional de 61 países manifestaram interesse em participar do programa. 
Até quinta-feira (8), os médicos que se formaram no exterior terão que selecionar os municípios com vagas não ocupadas por brasileiros e apresentar os documentos exigidos nos postos consulares. Do dia 10 a 12, os candidatos que cumprirem estas etapas devem homologar a escolha do município onde vão atuar. A lista com os médicos e respectivos locais de atuação será divulgada no dia 13 e após essa data eles poderão se encaminhar às embaixadas para solicitar a emissão do visto.
Em setembro, após chegada no Brasil, esses profissionais devem iniciar o primeiro módulo da especialização em Atenção Básica em instituições de ensino do Brasil. Serão três semanas de aulas com carga horária de 120 horas, em que passarão por avaliação e curso sobre a rede pública de saúde e língua portuguesa. Em caso de reprovação, o médico será imediatamente desligado do programa.
Todos os profissionais do Mais Médicos serão avaliados e supervisionados por instituições de ensino do país,que aderiram à iniciativa.
O PROGRAMA - Lançado pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país, como os municípios do interior e as periferias das grandes cidades.
Os médicos do programa receberão bolsafederal de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização em Atenção Básica durante os três anos do programa.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

NOTA DESMENTE A REPORCAGEM DO ESTADÃO BASEADAS NAS MENTIRAS TUCANAS CONTRA PADILHA


A VERDADE
A respeito da matéria “PSDB ganha ação contra suposta propaganda de Padilha”, veiculada na Agência Estado e na versão online de O Estado de S. Paulo e da matéria “Justiça tira do ar página de apoio a ministro na web”, publicada na edição desta sexta-feira (2) da Folha de S. Paulo é fundamental esclarecer:

1.  O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo julgou improcedente a ação apresentada pelo PSDB contr ao ministro Alexandre Padilha, da Saúde. Na decisão, ficou comprovado não haver qualquer participação do ministro na elaboração da página em questão. Deste modo,não cabe afirmar que houve vitória do PSDB e, menos ainda, que houve revés judicial ao ministro Alexandre Padilha.

2.  A matéria o miteque, ao tomar conhecimento, por meio da notificação judicial, da existência da página, o ministro Alexandre Padilha acionou formalmente o Facebook para exclusão imediata da página da rede social, que usava seu nome indevidamente e sem sua autorização. Ou seja, a decisão do TRE pela proibição do funcionament oda página atende integralmente posição espontânea do ministro Alexandre Padilha.

Nota assinada pelo advogado do ministro Alexandre Padilha, o Dr. Paulo Henrique Capelotto, do Tojal, Teixeira Ferreira, Serrano & Renault Advogados Associados

A MENTIRA
GUILHERME WALTENBERG - Agência Estado
O PSDB de São Paulo ganhou representação apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por suposta campanha antecipada do ministro Alexandre Padilha ao governo do Estado de São Paulo. Foi criada uma página na rede social Facebook intitulada "Padilhando 2014". De acordo com o advogado do PSDB, Milton Terra, o tribunal reconheceu a existência de propaganda antecipada na página e determinou que o Facebook tirasse o conteúdo do ar imediatamente.
"A legislação proíbe propaganda eleitoral antes do dia 16 de julho do ano que vem. Seja dele ou de quem tenha criado a página", afirmou Terra. De acordo com o advogado tucano, a ação foi iniciada há pouco mais de um mês contra o ministro Padilha e o Facebook. 
NOTA DA BLOGUEIRA:
O que os tucanos não entendem é que os paulistanos, cansados deles, fizeram essa tal página.
Também não entendem que o Ministro não faz propaganda antecipada porque ele não é candidato, então o que exita é especulação de seguidores e admiradores do ministro que como eu, fazem páginas e aqui no caso blog, mostrando as boas práticas do dele à frente do Ministério da Saúde.
Tucano não entende o que é partido de base e então especula, porque não faz ideia de que a base não consulta ninguém quando quer que determinadas coisas aconteçam. Não somos massa de manobra de ninguém!
Será que um dia os tucanos entenderão isso?
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,psdb-ganha-acao-contra-suposta-propaganda-de-padilha,1059654,0.htm

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Mais Médicos: 1º mês de seleção aponta 1.753 profissionais para 626 municípios


Dos postos a serem ocupados, 51,3% estão em regiões carentesdo interior; o restante se situa nas periferias das capitais e das regiõesmetropolitanas
O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (1) alista de municípios selecionados para receberem profissionais brasileirosinscritos no Programa Mais Médicos. Na seleção do primeiro mês, foramselecionadas, em 626 municípios, 1.753 vagas. Destas, 51,3% estão em municípiosde maior vulnerabilidade social do interior e 48,6% nas periferias de capitaise regiões metropolitanas. Todas as regiões contempladas neste primeiro mês deseleção estão entre as prioritárias do programa.
 Os médicos comregistro válido no Brasil selecionados nesta fase têm até sábado (3) as 16horaspara homologar a participação no programa e assinar termo de compromisso,confirmando o interesse no município indicado. A lista final com profissionaise municípios que participarão desta primeira seleção será publicada nasegunda-feira (5) no site do Ministério da Saúde. A próxima chamada de médicose municípios começa no dia 15 de agosto.
 “Estamos muitosatisfeitos com esses profissionais que demonstraram interesse de atuar nasregiões mais carentes do Brasil, mas sabemos que ainda temos uma grande demandapara atender. Com o Mais Médicos, confirmamos que faltam muitos profissionaisno interior do país e nas periferias de grandes cidades. Nesta primeiraseleção, focada nos brasileiros, ainda ficamos com um déficit de 13.647 vagas”,destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Dos 1.753 profissionais selecionados, 74% foram direcionadospara sua primeira opção entre os seis municípios que poderia escolher por ordemde prioridade. Outros 232 ficaram com a segunda opção e os demais entre aterceira e quinta.
Ao todo, 2.379 médicos com diploma brasileiro fizeram aescolha dos municípios de preferência para atuar pelo programa. Destes, 507 quenão foram alocados em suas escolhas por indisponibilidade de vagas poderãoajustar suas opções, confirmando-as até segunda-feira (5).
Os demais 119 que, descumprindo as regras do edital, nãoapontaram seis possibilidades de municípios para trabalhar, só poderão retomara participação na segunda semana mensal. Os dados foram cruzados peloMinistério da Saúde para fechar a lista dos municípios que seriam atendidos noprimeiro mês de seleção.
DEMANDA – Como o primeiro mês de seleção teve demandaapontada por 15.460 médicos em 3.511 municípios, este resultado deve preencherapenas 11% desta expectativa, deixando 13.707 postos ociosos em 2.885 cidades.
Para garantir que o Mais Médicos ampliará o atendimento àpopulação, os profissionais que participarão do programa só poderão serinseridos em novas equipes de atenção básica ou naquelas em que há falta demédicos. O Ministério da Saúde, com base nos dados de 12 de julho do CadastroNacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), bloqueará o CPF do médico doprograma, impedindo a inserção dele em equipes que já possuem médicos. O gestormunicipal deve registrar as novas equipes em até 60 dias após a chegada doprofissional.
“O Mais Médicos foi criado com o objetivo de ampliar oatendimento à população na atenção básica e, com essa ação, estamos garantindoque o profissional será alocado exatamente nas regiões onde faltam médicos”,disse Padilha.
SELEÇÃO – Dos 626 municípios selecionados nesta primeiraetapa, 375 estão em regiões com 20% ou mais de sua população em situação deextrema pobreza, 159 em regiões metropolitanas, 68 estão em um grupo de 100cidades com mais de 80 mil habitantes de maior vulnerabilidade social e 24 sãocapitais. Na distribuição dos profissionais foram atendidos ainda 23 distritossanitários indígenas.
Os municípios da região Nordeste foram contemplados com omaior número de médicos, com um total de 619 profissionais direcionados a 300cidades e 1 DSEI. Em segundo lugar, vem o Sudeste, com 460 dos médicos paraatender 122 municípios. Em seguida vem a região Sul, com 244 médicos em 90municípios. A região Norte vai receber 250 médicos em 74 municípios e 17 DSEIs;e Centro-Oeste, com 180 médicos em 40 municípios e 5 DSEIs.
Os estados que receberão mais médicos serão Bahia (161),Minas Gerais (159), São Paulo (141), Ceará (138), Goiás (117), Rio Grande doSul (107) e Amazonas (73).
ESTRANGEIROS – Como definido desde o lançamento do MaisMédicos, os brasileiros têm prioridade no preenchimentos dos postos apontados.Os remanescentes serão oferecidos primeiramente aos brasileiros graduados noexterior e em seguida aos estrangeiros.
A partir de terça-feira (6) até dia 8, os médicos que seformaram no exterior e finalizaram o cadastro no programa poderão selecionar osmunicípios com vagas não ocupadas por brasileiros. No dia 9, será publicada alista dos municípios que receberão médicos estrangeiros.
Os médicos do programa – tanto brasileiros quantoestrangeiros – devem começar a atuar nos municípios em setembro. Todos osprofissionais formados no exterior serão avaliados e supervisionados poruniversidades federais, de todas as regiões do país, que se inscreveram nestaprimeira etapa do programa.
O PROGRAMA - Lançado pela Presidenta da República, DilmaRousseff, no dia 8 de julho, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto demelhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), com objetivode acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades desaúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país, como osmunicípios do interior e as periferias das grandes cidades.
Os médicos do programa receberão bolsa federal de R$ 10 mil,paga pelo Ministério da Saúde, mais ajuda de custo, e farão especialização emAtenção Básica durante os três anos do programa.
O Governo Federal está investindo, até 2014, R$ 15 bilhõesna expansão e na melhora da rede pública de saúde de todo o Brasil. Destemontante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais,601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 mil unidades básicas.Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação deunidades básicas e UPAs, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários.

Escândalo! Presidente da Federação Nacional dos Médicos é funcionário fantasma de hospital público



Há poucos dias, o Brasil inteiro tomou conhecimento do caso do médico paulista Cesar Camara, assistente de um dos urologistas mais caros do Brasil, que apareceu na "Folha de S. Paulo" decepcionado com o programa Mais Médico cujo alvo são médicos no início da carreira.

Soube-se depois que Camara - que cobra 450 reais por consulta -, se inscreveu no programa para boicotá-lo.

Agora os telejornais estão inundados de denúncias contra médicos que ganham do governo e sequer vão lá assinar o ponto, como revelou reportagem do SBT.

O caso mais emblemático e não mencionado pela emissora é do médico potiguar Geraldo Ferreira, presidente da poderosa Federação Nacional dos Médicos.

Ferreira é um combatente full time do Mais Médico. Todos os dias, chova ou faça sol, ele aparece na televisão, no rádio e nos jornais criticando o programa e acusando o governo em querer tapar o sol com a peneira.

Pois bem. Esse doutor, representante nacional dos médicos, é funcionário do Hospital Onofre Lopes, da UFRN, onde recebe um salariozinho de R$ 6.700,00, para uma jornada de 20 horas semanais, devendo prestar só um turno por dia, de segunda a sexta, como anestesista (Portal da Transparência).

Mas há um pequeno problema: Geraldo Ferreira não coloca os pés ali há anos.

Como é mesmo? Geraldo ganha sem trabalhar? É o que parece. Uma fonte do hospital me contou que criaram uma espécie de escala, mas o médico nunca é chamado.

Pergunta que não quer calar: Onde anda o bravo Ministério Público Federal?


NOTA DA BLOGUEIRA:

Há dias os médicos do RN vem me atacando no twitter e eu não estava entendendo qual era a deles. Agora entendi.
Outra coisa, eles estão via todos os canais televisivos tentando achincalhar o Ministro Padilha hoje, e acham que a população está gostando disso.
Continuo a me perguntar? Quais são os verdadeiros interesses dessas associações, federações, sindicatos, CFM e CRM?

Fonte: http://nominuto.com/blogdoailton/escandalo-presidente-da-federacao-nacional-dos-medicos-e-funcionario-fantasma-de-hospital-publico/3833/