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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Padilha, Etienne (OPAS) e Roberto Ojeda, Ministro da Saúde Pública de Cuba visitam USB em Pernambuco


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhado da diretora da Organização Pan-Americana de Saúde(Opas), Carissa Etienne, e do ministro de Saúde Pública de Cuba, Roberto Ojeda, visitaram nesta segunda-feira (11) uma unidade de saúde beneficiada com profissional do Programa Mais Médicos no município de Jaboatão dos Guararapes (PE). A Unidade Básica de Saúde da Família Dois Carneiros Baixo I recebeu um dos 13 médicos cubanos que começam a trabalhar no município esta semana pelo programa. As autoridades acompanharam as atividades desenvolvidas pelo médico Nivaldo Rios Serrano junto aos pacientes na unidade. O intuito foi ver de perto o andamento do Mais Médicos, considerado pela Opas uma importante iniciativa para solucionar a falta de profissionais de saúde no país e alcançar a cobertura universal.
“Este é um posto novo, construído com recursos do Ministério da Saúde. Tinha dentista, enfermeiro, agente comunitário de saúde, mas não tinha equipe completa de médicos. Passa agora a ter equipe completa com médicos do Programa Mais Médicos”, disse o ministro Padilha. “Até março de 2014, vamos trazer pelo menos 700 médicos para Pernambuco, e terá um impacto muito importante na saúde do estado. Com o programa, vamos garantir que todo  município do semi-árido pernambucano tenha pelo menos um médico. A presença desse médico em unidades que já foram reformadas pelo ministério dará maior atendimento à população e vai ajudar que outras questões de infraestrutura sejam resolvidas”, declarou Padilha.
A escassez de recursos humanos em Saúde é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um problema mundial. O tema está sendo debatido entre mais de 30 países esta semana em Recife (PE) no III Forum Global de Recursos Humanos. O evento – que foi aberto neste domingo (10) com a presença dos ministros Padilha e Ojeda e da diretora da Opas, além de outras autoridades internacionais – debate soluções para ampliar o número de profissionais de saúde para alcançar a cobertura universal.
A Opas e o Ministério da Saúde de Cuba são parceiros do governo brasileiro no Programa Mais Médicos. Por meio de um termo firmado entre a organização e o Ministério da Saúde brasileiro, em 21 de agosto, o Brasil está trazendo ao país profissionais cubanos para as vagas que não foram preenchidas por brasileiros e estrangeiros de outras nacionalidades na seleção individual.
O estado de Pernambuco conta com 249 médicos do programa, sendo 53 brasileiros e 196 médicos estrangeiros, em 83 municípios. Atualmente, em todo o país, 3.664 profissionais participam do programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão atendendo a população de 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste do país. Com a chegada até 14 de novembro de mais 3 mil médicos cubanos, o programa fechará 2013 com mais de 6.600 profissionais.
Infraestrutura – O Ministério da Saúde já investiu em Pernambuco R$ 117,4 milhões para obras em 824 unidades de saúde e R$ 5 milhões para compra de equipamentos para 166 unidades. Também foram aplicados R$ 24 milhões para construção de 15 UPAs e R$ 101,3 milhões para reforma e construção de 40 hospitais.
Em todo o país, o Governo Federal está investindo, até 2014, R$ 15 bilhões na expansão e na melhoria da rede pública de saúde de todo o Brasil. Deste montante, R$ 7,4 bilhões já estão contratados para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs 24h) e de 16 mil unidades básicas. Outros R$ 5,5 bilhões serão usados na construção, reforma e ampliação desses estabelecimentos e saúde, além de R$ 2 bilhões para 14 hospitais universitários
O programa – Lançado em 8 de julho pelo Governo Federal, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.
Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de instalação pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Como definido desde o lançamento, os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados e as vagas remanescentes são oferecidas aos estrangeiros.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

MÉDICOS POSTAM COMPULSIVAMENTE NA REDE MENTIRA DA FOLHA! #MAISMÉDICOS PROÍBE DEMISSÃO DE BRASILEIROS QUE JÁ ATUAM NO SUS



Os corvos de jaleco estão reverberando nas redes a notícia irresponsável da Folha hoje, dizendo que as prefeituras irão demitir médicos brasileiros do SUS para eles darem lugar aos estrangeiros.

Visitei vários perfis, páginas e me deparei com a comunidade Consciência democrática, que de consciência e democracia não tem nada. Essa mentira postada está sendo compartilhada por toda a rede por páginas e perfis médicos. então vamos mostrar de que lado está a mentira, apresentando a verdade.

A MENTIRA


PREFEITURAS ESTÃO DEMITINDO MÉDICOS BRASILEIROS, PARA CONTRATAR OS DO "MAIS MÉDICOS" !
MAS NÃO HAVIA "FALTA DE MÉDICOS" ?
Consciência Democrática

Precisamos dar emprego para os comunas ! Danem-se os capitalistas !

Para aliviar as contas dos municípios, médicos contratados por diferentes prefeituras no país serão trocados por profissionais do Mais Médicos, programa do governo Dilma Rousseff (PT) para levar estrangeiros e brasileiros para atendimento de saúde no interior e na
s periferias.

A reportagem identificou 11 cidades, de quatro Estados, que pretendem fazer demissões para receber as equipes do governo federal. Segundo as prefeituras, essa substituição significa economia, já que a bolsa de R$ 10 mil do Mais Mé
dicos é totalmente custeada pela União.

As cidades que já falam em trocar suas equipes estão no Amazonas (Coari, Lábrea e Anamã), Bahia (Sapeaçu, Jeremoabo, Nova Soure e Santa Bárbara), Ceará (Barbalha, Cascavel, Canindé) e Pernambuco (Camaragibe).


A VERDADE

Ministério da Saúde esclarece que os municípios que se inscreveram no Programa Mais Médicos são proibidos, por força do termo de adesão e compromisso e da portaria interministerial, de demitir profissionais já contratados para substituí-los por participantes do programa. Os municípios que descumprirem esta regra serão excluídos do programa, com remanejamento dos médicos participantes para outras cidades, e serão submetidos a auditoria do Ministério da Saúde.
Para assegurar o cumprimento desta regra, o Ministério da Saúde estabeleceu um conjunto de filtros preventivos:
  1. A prefeitura é obrigada a manter a quantidade de médicos na Atenção Básica que já tinha antes da adesão ao programa, sem ocupar estes postos com profissionais remunerados pelo Ministério da Saúde. Ou seja, os profissionais do Mais Médicos só podem ser incluídos para expandir a capacidade de atendimento naquela cidade, formando novas equipes de Atenção Básica ou preenchendo vagas naquelas em que faltava médico. O controle desta trava é feito online no sistema do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES), impedindo que o médico participante do projeto seja direcionado a postos que estavam ocupados antes da adesão do município.
  2. Todos os médicos que já estavam cadastrados na Atenção Básica de um determinado município foram impedidos de se inscrever no programa para atuar nesta mesma localidade, o que impede a migração de profissionais para a bolsa do Mais Médicos dentro de uma mesma cidade.
Enquanto participarem do Mais Médicos, os municípios só poderão desligar médicos da Atenção Básica em situações excepcionais justificadas à coordenação nacional do Programa Mais Médicos, como, por exemplo, descumprimento comprovado de carga horária e/ou outra falha ética ou profissional do médico.
NOTA DA BLOGUEIRA: Os médicos que já sabem que é mentira e essas páginas contra o Governo Federal e o Programa #MaisMédicos desconhecem o que é ética, o compromisso com a verdade e também o que é ser médico.
A determinação em disseminar a mentira em massa é um ato comum que era a tática da ditadura Militar no Brasil. Tenho dito que a ditadura ainda não saiu de muitas instituições públicas e privadas. E as matérias veiculadas tanto na Folha quanto nas páginas que a reproduzem sem o menor critério e sem ouvir a outra parte reforçam essa minha convicção.
Dentre as várias coisas que nos chamam nessas páginas, uma delas é que apoiamos genocidas e que estamos implantando o comunismo da ditadura petista no Brasil.
Que somos um governo de esquerda, até os gusanos sabem. Ser de esquerda não é para os fracos, para aqueles que não suportam sair de sua zona de conforto para levar dignidade à população que está à margem do processo de inclusão de saúde, educação e cidadania.
Eles dizem que se faltam médicos, porque vão demitir? 
Eu respondo: qual a parte do desmentido do Ministério da Saúde que eles não entenderam? Se eles não sabem distinguir boatos de fatos, como é que vão fazer anamnese em saúde básica. E mais, eles sabem lá o que é saúde básica. Para qualquer diagnóstico necessitam de equipamentos sofisticados. 
OLHEM O CÚMULO DO DR. COXINHA
É triste ver no perfil pessoal de um urologista que deu voz à insanidade dessa matéria, mas, que logo à seguir ele posta que está em Barcelona, primeiro num  congresso e depois no estádio do FC Barcelona. Mostra bem de que lado estão esses corvos de jaleco.
Ele não tem nem a decência de estar no Brasil para saber o que realmente ocorre. Se é tão irresponsável de postar a matéria de longe, imaginem como médico. Esse é o tal médico que me colocou aos berros para fora do consultório dele apenas porque apoio a vinda de médicos estrangeiros para o Brasil.
Ele nem ao menos trabalha o SUS. Tem consultório, clinica particular para procedimentos e a parte de urologia de um dos maiores hospitais da minha cidade.
Ele lá sabe o que a população precisa? Ele nem sabe o que é povo, quanto mais as necessidades dela.
As insanidades não param por aí. Todos os dias eles criam um fato para tentar desqualificar o #MaisMédicos e porque? Porque são corporativista, fazem reserva de mercado, são mercenários, não atendem e não querem que outros atendam onde eles nunca colocariam o pé para trabalhar.
E SE POR ACASO OS COXINHAS DE JALECO NECESSITAREM DE PRIMEIROS SOCORROS ONDE ELES NÃO QUEREM IR PARA TRABALHAR?
Seria interessante um médico desses indo passear, mas tem que passar por uma rodovia que corta o interior e aí ocorre um acidente e é socorrido naquele lugar que ele odeia ter que trabalhar, vem um médico estrangeiro e lhe pergunta:
 Necesita de ayuda, señor?


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Datafolha: 54% aprovam vinda de médicos estrangeiros para o Brasil


Levantamento feito pelo Datafolha aponta que aumentou a aprovação dos brasileiros à contratação de médicos estrangeiros. Segundo levantamento divulgado no site do jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira, 54% dos entrevistados são favoráveis ao programa do governo federal para trazer médicos estrangeiros para trabalhar nas periferias das grandes cidades e regiões carentes.
Um levantamento semelhante feito em junho apontou que o índice de aprovação era de 47%. Naquele mês, 48% dos entrevistados se manifestaram contrários ao projeto, agora esse percentual caiu para 40%. O Datafolha fez 2.615 entrevistas em 160 cidades do País entre quarta e sexta-feira da semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Segundo a pesquisa, quem apoia a vinda de médicos estrangeiros é, na sua maioria, homem (59%), tem ensino fundamental (54%), simpatiza com o PT (62%) e avalia bem o governo federal (63%). Pelo menos 60% vive no Nordeste, com cidades entre 50 mil e 200 mil habitantes (60%). Os maiores opositores à proposta, lançada pelo governo federal por meio do programa Mais Médicos, têm ensino superior (52%), avaliam como ruim ou péssima a gestão da presidente Dilma Rousseff (52%) e moram em cidades grandes, acima de 500 mil habitantes (46%).
Mais Médicos
Lançado em julho, por medida provisória, o programa Mais Médicos tem como meta levar profissionais para atuar durante três anos na atenção básica à saúde em regiões pobres do Brasil, como na periferia das grandes cidades e em municípios do interior. Para isso, o Ministério da Saúde pagará bolsa de R$ 10 mil.
INFOGRÁFICO: REVALIDAÇÃO DO DIPLOMA MÉDICO
O programa também prevê a possibilidade de contratar profissionais estrangeiros para trabalhar nesses locais, caso as vagas não sejam totalmente preenchidas por brasileiros. A medida tem sido criticada por entidades de classe, sobretudo, pelo fato de o programa não exigir a revalidação do diploma de médicos de outros países.
O Mais Médicos estabelece investimentos em hospitais e unidades de saúde, que somados à contratação de novos profissionais totalizará um investimento da União de R$ 15,8 bilhões até 2014. De maneira detalhada os investimentos se distribuirão da seguinte forma: R$ 7,4 bilhões para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e quase 16 mil unidades básicas; R$ 5,5 bilhões para construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs; e também R$ 2,9 bilhões para construção de 14 novos hospitais universitários.
ENTENDA O 'MAIS MÉDICOS'
- Profissionais receberão bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa.
- As vagas serão oferecidas prioritariamente a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais.
- No caso do não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceitará candidaturas de estrangeiros. Eles não precisarão passar pela prova de revalidação do diploma
- O médico estrangeiro que vier ao Brasil deverá atuar na região indicada previamente pelo governo federal, seguindo a demanda dos municípios.
- Criação de 11,5 mil novas vagas de medicina em universidades federais e 12 mil de residência em todo o País, além da inclusão de um ciclo na residência em que os profissionais atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS).
 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE MELA O BOICOTE DOS DRS. COXINHAS!!!! A POPULAÇÃO AGRADECE

O Ministério da Saúde anunciou que quem fizer a inscrição no Mais Médicos terá que declarar na própria inscrição que está se desligando de outros programas, como por exemplo o PROVAB e Residências.

As entidades médicas tinham anunciado a inscrição em massa dos médicos para boicotarem o programa, desistindo deles na segunda fase.

Agora com essa exigência, o boicote deles foi para o ralo. 

É muito descaramento dos médicos boicotarem um programa porque não tiveram formação humanista, não cumprem o juramento de Hipócrates, porque não querem sair dos centros de referência e muito menos atender a população desassistida.

Eles já boicotam os usuários de planos de saúde afirmando que são muito mal remunerados, mas usam os guias médicos dos planos para atraírem os pacientes dizendo que pelo plano só em 6 meses, mas, pagando consulta particular, é na mesma hora o atendimento no consultório.

Então eles boicotam a saúde do brasileiro de todas as formas que podem. Mas, um programa humanista como o Mais Médicos eles não vão conseguir. E sabem porque? Porque temos um médico humanista como Ministro da Saúde.
A luta do Ministro Alexandre Padilha contra o corporativismo dos médicos é quixotesca. Mas, conversando com a população das periferias, explicando o que é o programa Mais Médicos, noto claramente que todos estão com o Ministro. Os médicos estão falando sozinho. Nem a classe dos coxinhas não médicos estão à favor do que eles tem feito ao longo do tempo.

Agora, abaixo vou colocar a matéria do Ministério da Saúde que põe fim à bandalha promovida para o boicote do programa Mais Médicos.


Ministério da Saúde reforça checagem de documentos de inscritos no Mais Médicos

Residentes e participantes do Provab terão de declarar, no ato da inscrição, que desistirão destes programas para participar do Mais Médicos
O Ministério da Saúde vai reforçar a análise da documentação dos médicos no sistema de inscrição do programa Mais Médicos. A partir desta sexta-feira (19), médicos que hoje ocupam vagas de residência e participantes do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab) terão de declarar, já no ato da inscrição, estarem dispostos a desistir destes postos para aderir aos Mais Médicos.
“O primeiro interesse que tem que ser atendido é o interesse da população, sobretudo aquela que não tem médicos perto de onde vive e trabalha. Estamos estimulando os médicos brasileiros a participar do programa, mas não queremos ninguém que esteja fazendo qualquer tipo de sabotagem para atrasar um programa que visa oferecer médicos para a população”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Ao homologar sua participação no programa, o médico terá de entregar declaração impressa de seu desligamento da residência médica ou do Provab, emitido pela coordenação dos programas. A medida visa certificar a real intenção dos profissionais a participar do Mais Médicos.

Além disso, médicos que homologarem sua participação do projeto e não comparecerem no início das atividades ou desistirem nos primeiros seis meses serão excluídos do programa e só poderão se inscrever novamente seis meses depois. Os reincidentes ficarão impossibilitados em caráter definitivo de voltar a participar do programa. A inclusão desta regra no edital será publicada no Diário Oficial nesta sexta-feira.
OUVIDORIA – Para verificar o real interesse dos médicos em participar da iniciativa, a Ouvidoria do Sistema Único de Saúde entrará em contato com os profissionais que já se inscreveram no programa e que apresentem inconsistência no cadastro.
A medida foi tomada após o Ministério receber uma série de denúncias relatando que grupos têm utilizado as redes sociais para disseminar propostas para inviabilizar e atrasar a implementação da chamada de profissionais. A ideia destes grupos seria gerar um alto número de inscrições formais e, posteriormente, provocar uma desistência em massa, prejudicando os reais interessados na participação da iniciativa.
As novas medidas serão comunicadas aos médicos já inscritos no programa pela Ouvidoria do Ministério da Saúde por telefone ou e-mail. As inscrições para o Mais Médicos seguem abertas até 25 de julho e podem ser feitas pelo site do Ministério da Saúde, www.saude.gov.br.
O programa integra um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde, além da chamada de médicos com foco nas regiões de maior vulnerabilidade social.
A iniciativa prevê ainda a expansão do número de vagas de medicina e de residência e o aprimoramento da formação médica no Brasil.
Os médicos formados no Brasil ou com diplomas validados no país terão prioridade nas vagas do programa. As que não forem preenchidas por estes profissionais serão oferecidas aos estrangeiros inscritos na iniciativa.
Só serão selecionados médicos que atuam em países que tenham mais de 1,8 médicos por mil habitantes, com registro comprovado naquele país e que tenham conhecimento da língua portuguesa. Os participantes serão acompanhados por instituições públicas de ensino.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

MINISTRO PADILHA PEDE URGÊNCIA NA MP DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reuniu-se nesta terça-feira (9) com os presidentes do Senado Federal, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, para pedir celeridade na análise da Medida Provisória (MP) que institui o Programa Mais Médicos. A MP foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. A partir de agora, o texto será apreciado por uma comissão mista de deputados e senadores, antes ir ao plenário das duas Casas.
“Agora é o momento do debate sobre quais são as propostas do Governo Federal para levar mais médicos à população. Tenho certeza absoluta que o Congresso Nacional vai ser sensível ao pedido da população, ao pedido de quem vive numa Unidade de Saúde sem médicos, às necessidades dos prefeitos e dos governadores e também aos anseios dos médicos”, ressaltou o ministro. A MP já foi encaminhada ao Congresso.
Durante a visita, Padilha aproveitou para explicar aos parlamentares detalhes da proposta, que visa levar médicos para regiões em que há carência de profissionais. “Nos últimos meses, participei de comissões da Câmara, do Senado, e debatemos amplamente este tema. Mostramos os dados sobre a falta de médicos no Brasil”, disse Padilha, que lembrou a ampliação dos investimentos em infraestrutura das unidades de saúde. “Temos unidades de saúde ficando prontas, temos unidades prontas hoje, onde só faltam os médicos para funcionar”.
Ao detalhar a MP, o ministro reforçou a relevância do programa para a melhoria da saúde do país. Segundo Padilha, a Medida Provisória expande e estabelece regras claras para a criação de novos cursos de Medicina nas regiões onde mais se precisa, para interiorizar a formação médica no país, e ainda cria uma oportunidade para os médicos brasileiros que quiserem ir para a periferia das grandes cidades e para os municípios do interior.
O Programa Mais Médicos foi lançado na segunda-feira (8) pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelos ministérios da Saúde e da Educação, Aloizio Mercadante. A iniciativa visa ampliar a presença destes profissionais nas regiões carentes do país e ofertará bolsa de R$ 10 mil, paga pelo Ministério da Saúde, aos médicos que atuarão na atenção básica da rede pública.
MARCHA DOS PREFEITOS – Padilha também anunciou recursos para construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo país. O anúncio ocorreu durante a XVI Marcha dos Prefeitos, que está sendo realizada desta terça-feira (9) até quinta-feira (11), em Brasília.
O anúncio do ministro engloba investimento de R$ 4,9 bilhões para construção e melhorias em 17,8 mil UBS no Brasil. Desse total, 8.470 unidades já foram selecionadas, com recurso previsto de R$ 2,5 bilhões. A portaria com as obras selecionadas será publicada nos próximos dias pelo Ministério da Saúde. Todo prefeito ou secretário municipal de Saúde pode solicitar ao ministério este recurso. No ministério, está à disposição uma sala para atender prefeitos e secretários municipais, esclarecer dúvidas em relação a esses recursos. Ainda há estandes montados no XIX Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, que é realizado também em Brasília.
Além das UBS já selecionadas, outras 15.977 estão com as obras de construção ou reforma em execução. Para essas unidades, o Ministério da Saúde está investindo R$ 2,8 bilhões. São recursos para obras e equipamentos. Na Marcha dos Prefeitos, o ministro ressaltou a importância do Programa Mais Médicos para a população do interior do País, em boa parte dela representada no evento.  Após a abertura, Padilha ouviu solicitações e sugestões dos gestores municipais ali presentes.
A Marcha dos Prefeitos conta com a presença de mais de 5 mil participantes: prefeitos, secretários municipais, vereadores, senadores, governadores, parlamentares estaduais e federais, ministros. No evento, são discutidas questões que influenciam o dia a dia dos municípios.
UBS –Unidades Básicas de Saúde (UBS) são locais onde o cidadão pode receber atendimentos básicos e gratuitos em Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia. Os principais serviços oferecidos pelas UBS são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica. Hoje há 39,3 mil UBS no Brasil.
Fonte: Silvia Cavichioli e Zeca Moreira, da Agência Saúde.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

DESMISTIFICANDO A POLÊMICA SOBRE A CAMPANHA DO MS


Ser feliz sendo prostituta é uma questão social. Uma campanha do MS tem obrigatoriedade de ser voltada para as questões de saúde/prevençao de doenças.

Queiram ou não os oposicionistas do Ministro Padilha, aqueles que teimam em dizer que ele é um preconceituoso que recua diante das pressões externas!

O Ministério da Saúde tem que se preocupar com o público alvo e se este será beneficiado por esclarecimentos de uma campanha para prevenção de doenças! 

A polêmica de alguns setores da sociedade que sequer sabe o que é viver nas ruas se prostituindo, não ajuda em nada à discussão sobre que saúde pública queremos para todas as mulheres.

As prostitutas tem o direito de ser felizes, de dispor do seu corpo como quiser e também tem o direito de ter sua saúde protegida pelo Estado.

Eu não vi em lugar algum uma discussão sobre a saúde delas. 






terça-feira, 14 de maio de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE CONSTRUIRÁ 20 CAPS E 8 UNIDADES TERAPÊUTICAS NO ABC PAULISTA


Ministério da Saúde vai investir R$ 53 milhões para a construção de uma rede de tratamento e acolhimento psicossocial no ABC paulista para o atendimento de pessoas com dependência química. Serão construídos 20 Centros de Atendimento Psicossociais (Caps) e oito unidades terapêuticas. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em cerimônia de inauguração de uma UPA 24 horas em São Bernardo do Campo (SP) no domingo (12). “Ninguém vai resolver sozinho o problema do crack. Os jovens que se perderam nas drogas precisam ter centros de saúde, igrejas, clubes de esportes para acolhê-los e dizer a eles que é possível uma outra vida”, disse o ministro.
No estado de São Paulo, há 303 CAPs atualmente, sendo 68 porte I, 84 porte II, 30 porte III, 47 infantis, 77 destinado aos usuários de álcool e drogas — quatro destes 24 horas. O porte está relacionado ao tamanho da unidade, de acordo com a demanda local. O Brasil conta com 1.981 CAPs com capacidade de realizar 40,15 milhões de atendimentos por ano. Só os Caps Álcool e Drogas (CAPSad) têm capacidade de realizar 7,8 milhões de atendimentos — número 25% superior a 2011, quando a capacidade era de 6,2 milhões.

NÃO SE FAZ SAÚDE SEM MÉDICOS, DIZ PADILHA!!!!



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou, nesta terça-feira (7), durante anúncio de ações do programa Viver sem Limites, em Brasília, que o governo federal analisa experiência de outros países para atrair médicos para o interior, regiões carentes e periferias de grandes cidades. “Não se faz saúde sem médico. O Brasil precisa de mais médicos com mais qualidade e mais perto da população”, disse.
O Brasil possui hoje 1,8 médicos por mil habitantes. Esse índice é menor do que em outros países, como a Argentina, 3,2 médicos por mil habitantes, e Portugal e Espanha, ambos com 4 por mil. Em janeiro deste ano, prefeitos apresentaram à presidenta Dilma Rousseff a dificuldade em contratar médicos nos municípios pequenos e regiões mais carentes. “Uma das questões que virou tabu no Brasil é que o país tem muito médico. Contudo, os números não sustentam isso”, destacou Padilha.
Entre as sugestões apresentadas pelos gestores municipais estão politicas para atração de médicos estrangeiros, a exemplo de estratégias utilizadas por países desenvolvidos. Enquanto no Brasil 1% dos médicos se formou em outro país, na Inglaterra esse índice é de 40% e nos Estados Unidos, 25%. Canadá, 22%, e Austrália, 17%. “Nós vamos continuar estudando alternativas possíveis, inclusive aprendendo com experiências de outros países“, salientou o ministro Padilha.
As alternativas que estão sendo estudadas pelo Ministério da Saúde com base na experiência de outros países consideram a atuação de médicos com formação de qualidade e a inserção deles na realidade brasileira de forma responsável, bem como sua atuação nas áreas que mais carecem de profissionais. Segundo Padilha, está descartada, por exemplo, a revalidação automática de diplomas e a contratação de médicos de países com índice de profissionais menor que o Brasil.
Entre as políticas voltadas a atuação de médicos nas regiões que mais precisam, destaca-se a atuação conjunta dos ministérios da Saúde e da Educação na estruturação dos serviços de saúde, ampliação de vagas de graduações em medicina nas periferias e pequenos municípios. Outra iniciativa é o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), em que o Ministério da Saúde oferece bolsa de R$ 8 mil para que médicos recém-formados trabalhem em Unidades Básicas de Saúde nas regiões mais carentes. Neste ano, 3.895 médicos estão atuando no programa, que conta com acompanhamento de universidades, especialistas e gestores de saúde.
Fonte: Wesley Kuhn /Agência Saúde
Fotos: Luís Oliveira – Ascom/MS.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE DISPONIBILIZA R$ 1,7 BILHÃO PARA PROGRAMA DE SAÚDE BÁSICA

Governo disponibiliza R$ 1,7 bilhão para programa de qualidade na saúde básica.

Valor será destinado a municípios que participam do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica

O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (Pmaq) vai receber recursos adicionais de R$1,7 bilhão destinados aos 5.213 municípios (93,6% do total) que participam do programa, anunciou nesta quinta-feira, em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Os recursos são destinados às equipes médicas bem avaliadas.

 As equipes que tiverem uma boa avaliação no atendimento, com boa satisfação do usuário, o ministério pode até dobrar o recurso que passa para o município que passa para a equipe. Ou seja, é um incentivo financeiro que dobra o recurso [para as equipes que fazem atendimento em saúde básica do município, caso a equipe atenda bem à população - disse o ministro.

No Brasil, os municípios que aderiram ao programa têm 38.390 equipes de Atenção Básica (EAB), 27.159 equipes de Saúde Bucal (ESB), 3.802 núcleos de Atenção à Saúde da Família (Nasf) e 1.276 centros de Especialidades Odontológicas (CEO). Todas poderão ser habilitadas para participar do programa e receber os recursos.

Com esse programa, damos a oportunidade para que cada prefeito cadastre suas equipes de médicos, enfermeiros, nutricionistas e outros profissionais de saúde, que são acompanhadas mensalmente pelo Ministério da Saúde e depois são avaliadas em parceria com as universidades locais - declarou.

De acordo com o ministério, as equipes de Atenção Básica, com conceito muito acima da média na avaliação externa, recebem adicional de R$ 8,5 mil por mês; conceito acima da média recebe um adicional de R$ 5,1 mil; e conceito mediano ou abaixo da média, recebe um adicional de R$ 1,7 mil. As equipes que não cumprirem os requisitos mínimos exigidos não receberão os recursos.

ALEXANDRE PADILHA: ESSE HOMEM TEM IDEOLOGIA

terça-feira, 16 de abril de 2013

URGENTE: BRASIL RETOMA PRODUÇÃO DE INSULINA. OS DIABÉTICOS AGRADECEM!


Ministério da Saúde/Fiocruz e BNDES investirão R$ 430 milhões na construção de fábrica em Minas Gerais para a produção do medicamento para diabetes

O Ministério da Saúde, por meio de parceria do laboratório público Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a empresa brasileira Biomm, promoverá a retomada da produção nacional de insulina, medicamento vital para o controle de diabetes. A previsão de investimento é de R$ 430 milhões nos próximos cinco anos – R$ 80 milhões do Ministério da Saúde e Fiocruz, e o restante via financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O anúncio ocorreu na manhã desta terça-feira (16) em Belo Horizonte, em cerimônia com a presidenta da República, Dilma Rousseff, e os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel.
“Vivemos um momento importante de ressurgimento que muito tem a ver com o momento do Brasil, da forma como olhamos o país. Impossível um país como o Brasil ter a indústria fragilizada. Temos uma grande vantagem: quase 200 milhões de habitantes. Temos de transformar esse mercado em plataforma para o mundo. Consumo e investimento andam de mãos dadas”, ressaltou a presidenta Dilma.
A fábrica da Biomm pode começar a produzir a partir de 2014. A produção nacional de insulina – interrompida em 2001 – representa avanço não apenas na assistência, mas também confere ao Brasil autonomia e reduz a vulnerabilidade do país frente a potenciais crises internacionais de produção. “Hoje, política industrial tem de competir no mercado global com preço, prazo e qualidade. Não é admissível que o Brasil faça substituição de importação. Este é um passo importante: unir área industrial, ciência e tecnologia, e educação para aumentar a produtividade”, acrescentou a presidenta.
Com a retomada da produção, o Brasil volta a fazer parte do seleto grupo de grandes produtores de insulina, ao lado de França, Dinamarca e Estados Unidos. “A retomada só se tornou viável porque o programa Farmácia Popular, do Ministério da Saúde, criou um mercado que sustenta a produção. Aumentou cinco vezes o número de pessoas com acesso a medicamentos de graça. Subiu de 15 mil para 25 mil o número de farmácias que ofertam esses medicamentos”, afirmou o ministro Padilha. “Mercado garantido no Brasil, podendo ousar no mercado global”.
ASSISTÊNCIA – Atualmente, há cerca de 10 milhões de diabéticos no país. Desses, 1,1 milhão utilizam a insulina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  Em 2012, o consumo médio de medicamentos antidiabéticos pela rede pública de saúde foi de cerca de 15 milhões de frascos NPH e cerca de 1,7 milhão de frascos de insulina – 1,2 milhão de frascos do tipo NPH e 145 mil frascos da regular. A Biomm produzirá 50% da insulina distribuída no SUS.
“O Brasil está entre o segundo e o quarto mercado do mundo para todo e qualquer produto que se consuma: de grampo de cabelo a avião a jato. Quem tem mercado desses tem obrigação de deter produção de qualidade, com domínio tecnológico. Aqui estamos diante de um exemplo vitorioso”, acrescentou o ministro Fernando Pimentel. O Ministério da Saúde ampliou o acesso dos diabéticos aos medicamentos para diabetes por meio do Saúde Não Tem Preço – ação lançada em 2011 pelo governo federal – que tornou gratuitos os medicamentos para diabetes, além de hipertensão e asma, nas farmácias credenciadas ao programa Farmácia Popular.
Em pouco mais de dois anos, o número de diabéticos atendidos pelo Saúde Não Tem Preço passou de 306 mil (em janeiro de 2011) para 1,5 milhão (em março de 2013). No total, 4,8 milhões de pessoas foram atendidas em dois anos. O programa também contribuiu para reduzir as internações por diabetes. Em 2012, houve 6,6 mil menos pacientes internados do que em 2010 – queda de 148,6 mil para 142 mil.
COMPLEXO DA SAÚDE – A construção de uma fábrica nacional de insulina está inserida na estratégia do governo federal de aumentar a autonomia do país em relação ao mercado externo de medicamentos e equipamentos de Saúde. Na semana passada, o ministro Alexandre Padilha anunciou uma série de medidas para impulsionar a indústria brasileira no setor Saúde. Foram firmadas oito parcerias entre laboratórios públicos e privados para a produção nacional de medicamentos e equipamentos, que vão gerar economia de R$ 354 milhões em cinco anos.
Com os novos acordos, estão em vigor um total de 63 parcerias entre 15 laboratórios públicos e 35 privados para a produção nacional de 61 medicamentos e seisequipamentos. Estima-se que essas parcerias resultem em uma economia anual aproximada de R$ 2,8 bilhões para o Ministério da Saúde. O governo federal também vai disponibilizar R$ 7 bilhões para a concessão de crédito a empresas brasileiras com projetos inovadores no campo da saúde, além da injeção de R$ 1,3 bilhão na infraestrutura de laboratórios públicos.
Na ocasião, também foram assinados acordos de cooperação entre Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e Associação Brasileira de Notas Técnicas (ABNT) para dar celeridade ao processo de concessão de patentes e registro a produtos prioritários para a saúde pública. Com isso, será possível reduzir o déficit do setor, que atualmente está em R$ 10,5 bilhões.

domingo, 14 de abril de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE MS BATE RECORDE E AUMENTA EM 10 VEZES O FATURAMENTO DA FUNDAÇÃO PARA REMÉDIO POPULAR - FURP

Ministro Padilha salva a FURP!!!

Serão gastos R$220 mi na compra de medicamentos produzidos pelo laboratório. Valor aplicado na fábrica hoje é maior que a soma de uma década

A Fundação para o Remédio Popular (Furp) está envolvida em três das oito novas parcerias entre laboratórios públicos e empresas privadas para o desenvolvimento nacional de produtos de saúde anunciadas nesta quinta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Agora, o laboratório paulistano vai produzir via transferência de tecnologia oito produtos estratégicos para o Sistema Único de Saúde. Com isso, o Ministério da Saúde passa a comprar da Furp R$ 220 milhões em produtos, dez vezes mais que os atuais R$ 20 milhões.
O investimento do Ministério da Saúde na Furp aumentou desde que foi lançado, em 2012, o Programa de Investimento do Complexo Industrial da Saúde (Procis), que prevê a qualificação dos laboratórios públicos. Até o final deste ano, o Ministério vai investir R$ 50 milhões no laboratório – cinco vezes mais do que o total de dos últimos dez anos.
A Furp já participa de dez parcerias com laboratórios privados articuladas pelo Ministério da Saúde para a fabricação nacional de quatro medicamentos e o DIU. Com a assinatura de novas parcerias, passará a produzir mais um medicamento e três produtos médicos  com diferentes parceiros. Em parceria com a EMS / Nortec, vai produzir a Galantamina, contra o mal de Alzheimer. Com a Firstline, vai fabricar espirais de platina, usadas nas cirurgias de aneurisma cerebral. E com a Politec, produzirá três aparelhos auditivos.
INVESTIMENTO – O Programa de Investimento no Complexo Industrial da Saúde (Procis), entre diversas medidas de estímulo à produção pública, aumentou em cinco vezes o orçamento do Ministério da Saúde para a qualificação dos laboratórios públicos nacionais. Em 2012, R$242 milhões foram repassados em 67 projetos voltados à infraestrutura, inovação e qualificação da gestão de 14 laboratórios públicos e 7 Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs). Esse valor é cinco vezes maior do que a média anual dos últimos 12 anos, que foi de R$ 42 milhões.
Até 2017, o Ministério da Saúde investirá R$ 1,3 bilhão nesses laboratórios. Com estas medidas, a expectativa do governo é reduzir as desigualdades regionais a partir do estímulo ao fortalecimento dos laboratórios em diversas regiões do país. O fortalecimento dos laboratórios públicos é essencial para ampliar as parcerias para o desenvolvimento nacional de produtos, fomentando a capacitação tecnológica e competitividade do país, tornando possível que esses laboratórios adotem as melhores práticas do mercado e ganhem um nível de qualidade e competitividade internacional.

PRODUTO
ANO DA PDP
LABORATÓRIOS
DOENÇA
DIU
2010
FURP
Contraceptivo
DONEPEZILA
2010
FUNED+FURP
Alzheimer
PRAMIPEXOL
2011
FAR+FURP
Mal de Parkinson
ENTACAPONA
2012
IQUEGO+FURP+LIFAL
Mal de Parkinson
EVEROLIMO
2012
BAHIAFARMA+FURP
Imunossupressor (doença renal)
GLATIRÂMER
2012
FURP+LQFEX
Imunoestimulante
GOSSERRELINA
2012
FURP+LQFEX
Análogo do hormônio liberador de gonadotrofina – usado no tratamento do câncer de mama e próstata
LEUPRORRELINA
2012
FURP+LQFEX
Análogo do hormônio liberador de gonadotrofina – usado no tratamento do câncer de mama e próstata
LOPINAVIR  + RITONAVIR
2012
FAR+FURP+IQUEGO
Antirretroviral (HIV/Aids)
MICOFENOLATO DE SÓDIO
2012
BAHIAFARMA+FURP
Imunossupressor
GALANTAMINA
2013
FURP + EMS/Nortec
Alzheimer
APARELHO AUDITIVO
2013
FURP + Politec

ESPIRAL DE PLATINA (COIL)
2013
FURP + Firstline


PAÍS RICO É UM PAÍS SEM POBREZA! BRASIL: UM PAÍS DE TODOS!!!