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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

SP: Entidades realizam ato em defesa do Programa Mais Médicos


Evento ocorre nesta quinta-feira (23) na capital paulista, com transmissão ao vivo pela TVLD



Pela construção de um SUS de qualidade, com controle social e acesso universal. É isso que pedem os apoiadores do Ato em defesa do Programa Mais Médicos – que ocorrerá dia 23 de agosto no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo. Mais de vinte entidades, entre associações, sindicatos, partidos políticos e instâncias governamentais aderiram ao movimento.
Lançado há um mês pela presidenta Dilma Rousseff, o Programa Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS. Neste período, parlamentares do Partido dos Trabalhadores demonstraram seu apoio ao programa, que objetiva contratar médicos para trabalharem nas regiões carentes do Brasil. A contratação de profissionais estrangeiros ocorrerá caso os postos não sejam preenchidos por médicos formados no País.
O evento contará com a presença de parlamentares, representantes das entidades que convocam o ato e transmissão ao vivo pela TVLD.
Serviço
Quando: 23 de setembro
Horário: 18 horas
Local: Sindicato dos Engenheiros de São Paulo – Rua Genebra, 25 - SP
Confira abaixo a convocação
Ato em defesa do Programa Mais Médicos
Pela construção de um SUS de qualidade, com controle social e acesso universal
O Brasil tem como missão constitucional garantir o acesso universal e integral de toda população ao Sistema Único de Saúde.
Com o objetivo de levar atendimento médico às regiões carentes, como os municípios do interior ou e as periferias da grandes cidades em nosso País e para atender à forte demanda social e classista, o Programa Mais Médicos é parte fundamental dessa estratégia.
Vamos fortalecer o controle social sobre essa proposta!
Contamos com sua presença no dia 23 de agosto (sexta-feira), às 18h30, no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo – Rua Genebra, 25/SP
MOBILIZE-SE e PARTICIPE!
Convocam este ato
União Estadual dos Estudantes – UEE-SP
Coletivo Graúna de Juventude do PT
Levante Popular da Juventude
Movimento ParaTodos – UNE
Movimento Popular de Saúde
Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado de São Paulo – SINDSAUDE SP
Marcha Mundial de Mulheres
Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Secretaria de Mulheres do PT Municipal
Setorial Sindical Nacional do Partido dos Trabalhadores
Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo – SEESP
Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo
Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté
Sindicato dos Bancários do Estado de São Paulo
Conselho dos Secretários Municipais de Saúde – COSEMS
Federação Estadual dos Trabalhadores em Seguridade Social-SP – FETTS
Sindsaúde de Guarulhos
Sindsaúde ABC
Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde da Região Metropolitana de São Paulo
Diretório Municipal de São Paulo do Partido dos Trabalhadores
Diretório Estadual de São Paulo do Partido dos Trabalhadores
Secretaria Estadual de Mulheres do PT de São Paulo
(Portal Linha Direta)
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Datafolha: 54% aprovam vinda de médicos estrangeiros para o Brasil


Levantamento feito pelo Datafolha aponta que aumentou a aprovação dos brasileiros à contratação de médicos estrangeiros. Segundo levantamento divulgado no site do jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira, 54% dos entrevistados são favoráveis ao programa do governo federal para trazer médicos estrangeiros para trabalhar nas periferias das grandes cidades e regiões carentes.
Um levantamento semelhante feito em junho apontou que o índice de aprovação era de 47%. Naquele mês, 48% dos entrevistados se manifestaram contrários ao projeto, agora esse percentual caiu para 40%. O Datafolha fez 2.615 entrevistas em 160 cidades do País entre quarta e sexta-feira da semana passada. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Segundo a pesquisa, quem apoia a vinda de médicos estrangeiros é, na sua maioria, homem (59%), tem ensino fundamental (54%), simpatiza com o PT (62%) e avalia bem o governo federal (63%). Pelo menos 60% vive no Nordeste, com cidades entre 50 mil e 200 mil habitantes (60%). Os maiores opositores à proposta, lançada pelo governo federal por meio do programa Mais Médicos, têm ensino superior (52%), avaliam como ruim ou péssima a gestão da presidente Dilma Rousseff (52%) e moram em cidades grandes, acima de 500 mil habitantes (46%).
Mais Médicos
Lançado em julho, por medida provisória, o programa Mais Médicos tem como meta levar profissionais para atuar durante três anos na atenção básica à saúde em regiões pobres do Brasil, como na periferia das grandes cidades e em municípios do interior. Para isso, o Ministério da Saúde pagará bolsa de R$ 10 mil.
INFOGRÁFICO: REVALIDAÇÃO DO DIPLOMA MÉDICO
O programa também prevê a possibilidade de contratar profissionais estrangeiros para trabalhar nesses locais, caso as vagas não sejam totalmente preenchidas por brasileiros. A medida tem sido criticada por entidades de classe, sobretudo, pelo fato de o programa não exigir a revalidação do diploma de médicos de outros países.
O Mais Médicos estabelece investimentos em hospitais e unidades de saúde, que somados à contratação de novos profissionais totalizará um investimento da União de R$ 15,8 bilhões até 2014. De maneira detalhada os investimentos se distribuirão da seguinte forma: R$ 7,4 bilhões para construção de 818 hospitais, 601 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e quase 16 mil unidades básicas; R$ 5,5 bilhões para construção, reforma e ampliação de unidades básicas e UPAs; e também R$ 2,9 bilhões para construção de 14 novos hospitais universitários.
ENTENDA O 'MAIS MÉDICOS'
- Profissionais receberão bolsa de R$ 10 mil, mais ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa.
- As vagas serão oferecidas prioritariamente a médicos brasileiros, interessados em atuar nas regiões onde faltam profissionais.
- No caso do não preenchimento de todas as vagas, o Brasil aceitará candidaturas de estrangeiros. Eles não precisarão passar pela prova de revalidação do diploma
- O médico estrangeiro que vier ao Brasil deverá atuar na região indicada previamente pelo governo federal, seguindo a demanda dos municípios.
- Criação de 11,5 mil novas vagas de medicina em universidades federais e 12 mil de residência em todo o País, além da inclusão de um ciclo na residência em que os profissionais atuarão no Sistema Único de Saúde (SUS).